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eleições 2016

Sem conseguir reeleição, Fruet termina o pleito com dívida de R$ 1,3 milhão

O prefeito de Curitiba é o 3º no ranking dos prefeitos que não concorreram no segundo turno mais endividados

  • Kelli Kadanus
Gustavo Fruet (PDT) | Aniele Nascimento/Gazeta do Povo
Gustavo Fruet (PDT) Aniele Nascimento/Gazeta do Povo
 
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Entre os 11 prefeitos de capitais que não concorreram ao segundo turno das eleições em suas cidades – seja por terem vencido já no primeiro turno ou por terem ficado de fora da disputa -, Gustavo Fruet (PDT) aparece com a terceira maior dívida de campanha. O prefeito de Curitiba terminou a eleição devendo R$ 1,3 milhão. Segundo a assessoria de imprensa, a dívida será assumida pelo PDT.

Em primeiro lugar aparece o prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), que ficou com uma dívida de R$ 8,5 milhões, na disputa onde João Doria (PSDB) venceu no primeiro turno. O prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) terminou a campanha com uma dívida de R$ 1,5 milhão, mas foi eleito já no primeiro turno na capital da Bahia. Ele ficou em 2º lugar no ranking dos prefeitos endividados. Outro prefeito endividado é João Alves (DEM), em Aracaju. Ele terminou o primeiro turno com uma dívida de R$ 550 mil e também não disputou o segundo turno.

Os demais prefeitos que concorreram à reeleição terminaram a campanha sem dívidas. Quatro deles venceram o pleito: Firmino Filho (PSDB), em Teresina; Carlos Eduardo (PDT), em Natal; Marcus Alexandre (PT), em Rio Branco; e Teresa (PMDB), em Boa Vista.

O 5º mais endividado entre todos os candidatos

Entre todos os candidatos das capitais brasileiras, Fruet cai para 5º lugar no ranking das maiores dívidas, considerando o primeiro turno. O campeão continua sendo o prefeito de São Paulo Fernando Haddad, mas em segundo lugar aparece Délio Malheiros (PSD), que concorreu em Belo Horizonte e terminou com uma dívida de R$ 2,1 milhões. O terceiro lugar ficou para o prefeito reeleito em Salvador ACM Neto (DEM). Em quarto lugar aparece o candidato Celso Russomano (PRB), que concorreu em São Paulo e ficou devendo R$ 1,5 milhão.

O ranking de endividados das eleições 2016 ainda pode mudar. De acordo com a legislação eleitoral, os candidatos que disputaram o segundo turno têm até o dia 19 de novembro para apresentar a prestação de contas final.

Panorama no estado

Entre as principais cidades do Paraná, Curitiba é a que tem mais candidatos endividados. Além de Fruet, também ficaram devendo as candidatas Maria Victória (PP), com um déficit de R$ 238 mil; e Xênia Melo (PSol), com déficit de R$ 51,3 mil. A prestação de contas dos candidatos Ney Leprevost (PSD) e Rafael Greca (PMN), que concorreram ao segundo turno na capital, devem ser entregues até o dia 19 de novembro. Por isso, o ranking de endividados em Curitiba ainda pode mudar.

Em Ponta Grossa o candidato Julio Kuller (PMB) terminou a campanha com uma dívida de R$ 240,6 mil. As prestações de conta do atual prefeito Marcelo Rangel (PPS) e do deputado Aliel Machado (Rede) também ficaram para o dia 19 de novembro.

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