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Alessandro Molon (Rede - RJ) | Gustavo Lima/Câmara dos Deputados/
Alessandro Molon (Rede - RJ)| Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados/

O deputado Alessandro Molon (RJ), líder da Rede na Câmara, disse na tarde desta terça-feira (28) que a escolha do deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF) para relatar o recurso do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é “inaceitável” e que fará um apelo para que o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o deputado paranaense Osmar Serraglio (PMDB), reveja a escolha.

“Vamos pedir para que o presidente da CCJ reavalie a decisão e distribua para um relator mais isento”, afirmou. A Rede e o PSol são os autores da representação que gerou o pedido de cassação aprovado pelo Conselho de Ética.

Molon disse que Fonseca não tem condições de assumir o posto pela parcialidade com que já de posicionou no processo e em favor de Cunha. “Se não houver nova designação, vamos partir para derrotar o parecer”, afirmou.

O líder questionou a reunião do último domingo (26) entre o presidente em exercício Michel Temer e Cunha. Oficialmente, a reunião discutiu apenas o “quadro político atual”. Para Molon, pode estar em curso uma movimentação para salvar o deputado afastado da cassação. Hoje, Temer levou o presidente da CCJ para um evento no Paraná.

As movimentações não param por aí. Na CCJ, o PMDB indicou o deputado Hugo Motta (PMDB-PB) para a suplência da comissão, no lugar de Leonardo Picciani (PMDB-RJ), licenciado para assumir o Ministério do Esporte. Motta é um notável aliado de Cunha na Câmara.

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