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Filho de Zavascki descarta sabotagem em acidente aéreo que matou pai

“Acho que fatalidades acontecem. Paraty, chuva. O avião arremeteu, e é isso aí. Deu zebra”, afirmou Francisco Prehn Zavascki

  • Agência Brasil
Equipes de resgate trabalham para retirar o avião da água em Paraty | Reprodução/Twitter  @aeroagora
Equipes de resgate trabalham para retirar o avião da água em Paraty Reprodução/Twitter @aeroagora
 
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O advogado Francisco Prehn Zavascki disse que não cogita, no momento, que uma sabotagem tenha sido a causa do acidente aéreo que matou o pai, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki. O magistrado foi uma das vítimas da queda de um avião em Paraty, litoral sul do Rio de Janeiro, no final da tarde desta quinta-feira (19).

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No ano passado, Francisco chegou a publicar um texto nas redes sociais afirmando temer que algo acontecesse ao pai, que era relator da Operação Lava Jato no STF. “Eu realmente temia, mas agora isso não está passando pela cabeça de ninguém. Acho que fatalidades acontecem. Paraty, chuva. O avião arremeteu, e é isso aí. Deu zebra”, afirmou.

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Post feito pelo filho do ministro no ano passadoReprodução/Facebook

Em conversa por telefone, o advogado contou que ficou sabendo da tragédia por meio do grupo da família no aplicativo de mensagens WhatsApp. “O meu cunhado perguntou se o pai estava em Paraty, porque havia caído um avião. Ficamos assustados e começamos a correr atrás da informação, até que confirmamos que o pai estava no voo. Esperamos por um milagre mas ele não aconteceu”, relatou Francisco.

O filho do ministro disse que não está em condições psicológicas de acompanhar a comoção nacional causada pela tragédia, mas ressaltou que o Brasil perdeu um grande juiz. “Uma pessoa que não tem medo, uma pessoa que tem postura de juiz. Infelizmente, abre-se um hiato muito perigoso agora”, completou, referindo-se aos processos da Lava Jato que estavam sob responsabilidade do pai.

Segundo Francisco Zavascki, o desejo da família é que o corpo do ministro seja transportado o mais cedo possível a Porto Alegre, para que velório e enterro sejam realizados na capital gaúcha.

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