Seu app Gazeta do Povo está desatualizado.

ATUALIZAR

Vida Pública

Fechar
PUBLICIDADE

defesa

PC do B diz ao TSE que apoiou Dilma em razão de “identidade” de projetos

O partido também afirmou desconhecer qualquer prática de arrecadação de recursos financeiros que tenham sido efetivadas em desrespeito às normas legais em vigor no país

  • Estadão Conteúdo
Temer (à esq.) e Dilma | EVARISTO SA/AFP
Temer (à esq.) e Dilma EVARISTO SA/AFP
 
0 0 COMENTE! [0]
TOPO

O apoio do PC do B à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República em 2014 se deveu à “identidade de projetos político-ideológicos”, informou a legenda em resposta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O partido também afirmou desconhecer qualquer prática de arrecadação de recursos financeiros que tenham sido efetivadas em desrespeito às normas legais em vigor no país.

A manifestação do partido foi encaminhada ao ministro Herman Benjamin, relator da ação no TSE que apura se a chapa encabeçada por Dilma, de quem Michel Temer (PMDB) foi vice, cometeu abuso de poder político e econômico para se reeleger em 2014.

Em depoimento prestado ao TSE no mês passado, o ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht Alexandrino Alencar afirmou que a empreiteira pagou R$ 7 milhões para cada um desses três partidos: Pros, PC do B e PRB, num total de R$ 21 milhões.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo apurou, Alexandrino disse ao ministro Herman Benjamin que os pagamentos foram feitos via caixa 2 para garantir o apoio político dessas siglas à chapa que unia PT e PMDB na campanha presidencial de 2014.

“A decisão do PC do B em se coligar com o PT, em apoio à candidatura de Dilma Vana Rousseff, nas campanhas de 2010 e de 2014, decorreu de entendimento quanto à identidade de projetos político-ideológicos, e concordância com os termos do programa das referidas campanhas”, informou ao TSE a presidente nacional do PC do B, a deputada federal Luciana Barbosa de Oliveira Santos (PE).

De acordo com Luciana, a arrecadação das receitas para a campanha eleitoral de 2014, assim como em todas as anteriores, foi efetivamente nos termos da legislação, “tendo todas as receitas e as despesas sido declaradas nas respectivas prestações de contas”.

Também em resposta ao TSE, o Partido Republicano Brasileiro (PRB) disse nesta segunda-feira não ter recebido caixa 2, propina ou “recurso financeiro proveniente de qualquer origem ilícita” para apoiar a chapa Dilma-Temer.

Siga a Gazeta do Povo e acompanhe mais novidades

deixe sua opinião

PUBLICIDADE

mais lidas de Vida Pública

PUBLICIDADE
Acompanhe a Gazeta do Povo nas redes sociais