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Marcelo Elias/Gazeta do Povo

Marcelo Elias/Gazeta do Povo / No colégio onde trabalha como monitor, Guilherme aproveita os momentos livres para estudar. No colégio onde trabalha como monitor, Guilherme aproveita os momentos livres para estudar.
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Escolas oferecem bolsas de estudo

Além de descontos parciais nas mensalidades do terceirão e do pré-vestibular, algumas instituições oferecem bolsas de 100% para os melhores classificados nas provas seletivas

Publicado em 27/10/2008 |
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Os vestibulares do fim do ano ainda nem começaram, mas cursinhos e colégios particulares de Curitiba já estão divulgando seus concursos de bolsas de estudo para 2009. Os descontos variam de 10% a 100% de acordo com a nota obtida nas provas seletivas e, em algumas escolas, a renda familiar do candidato. Mesmo que o aluno não fique entre os primeiros colocados, ele só tem a ganhar. Nos cursos Decisivo, Expoente e Unificado, o desconto mínimo na mensalidade é garantido a todos os estudantes que participam das avaliações.

Apesar de não ter conseguido a isenção total, Yasmin Bretohl Abdo El Assad, 17 anos, diz que o desconto de 50% que recebeu para estudar no Unificado foi importante para aliviar a situação financeira da família. Ela já estudava no colégio e soube do programa de bolsas por um professor. “Tenho uma irmã de cinco anos que começou a estudar esse ano e ficaria complicado para os meus pais pagarem a mensalidade, por isso achei melhor tentar uma bolsa. O desconto nos ajudou bastante”, conta a estudante, que cursa o 3º ano do ensino médio.

No Unificado, assim como no Elite Curitiba e no Acesso, qualquer aluno pode concorrer a uma bolsa de estudo, independentemente da renda familiar ou de ter estudado em escola pública ou privada. Já nos cursos Decisivo e Expoente, esses critérios são levados em consideração. “Os candidatos a uma bolsa para o terceirão ou para o curso extensivo precisam estar matriculados ou ter feito todo o ensino médio em escola pública”, explica o diretor do Decisivo, Brasílio Hrynczyszyn. O Expoente pede para que o aluno preencha uma ficha sócio-econômica e o desconto concedido é proporcional ao resultado do teste seletivo e às dificuldades financeiras do candidato.

Quem não conta com recursos suficientes para estudar também pode disputar uma bolsa para monitor. Foi o que fez Guilherme Theiss, 17 anos, aluno do terceirão do Expoente. Ele trabalha na escola de manhã e assiste às aulas no período da tarde. “Sou monitor de sala de aula. Troco as baterias dos microfones usados pelos professores e apago o quadro no intervalo das aulas, entre outras funções”, afirma. O estudante tem 70% de desconto na mensalidade e, quando não está ajudando os professores, aproveita para revisar os conteúdos vistos em sala de aula nos espaços de estudo oferecidos pela escola aos monitores. “Se eu estudasse em casa, acabaria me distraindo com coisas como a televisão. Além disso, como estou sempre no colégio, posso pedir auxílio para os professores quando tenho dúvidas”, afirma.

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