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Vida Universitária - Vestibular - Os Vestibas

Quem faz o blog
Enviado por Naty, 21/05/2012 às 10:59


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Aproximadamente 25 semanas, em torno de 175 dias, 4.200 horas e 252.000 minutos. Esse é o tempo que falta para o vestibular da UFPR. Confesso que surtei um pouco quando percebi que só faltam 25 semanas, porque já estamos em Maio e o ano está passando rápido demais.

O tempo é uma convenção humana, e se eu pudesse ter presenciado o dia em que definiram que estes durariam 24 horas, teria reclamado e dito que não é tempo suficiente, não para os dias de hoje, muito menos no ano de vestibular, às vezes tem tanta matéria pra estudar que as meras 24 horas não parecem o bastante.

Se eu pudesse ter um super poder eu escolheria controlar o tempo, assim conseguiria fazer aqueles 5 minutos que parecem eternos, passarem num piscar de olhos, ou então aquelas tardes com os amigos durarem uma semana, e conseguir dar conta de estudar tudo o que eu preciso saber pro vestibular, mas como isso não é possível, só se organizando de verdade pra aprender tudo nesses 175 dias que faltam, e como disse a Kenia no último post dela, nada de procrastinação, porque no fim das contas você está apenas se iludindo, daí não importa a quantidade de dias que você tiver, nunca será suficiente.

Sinto falta da época, na qual eu podia chegar em casa e passar a tarde toda lendo um livro ou vendo filmes, sem sentir remorsos por não estar estudando, ou então quando a maior das minhas preocupações era ter que escolher do que ia brincar pelo resto do dia.

Aproveitei ao máximo aqueles dias, e espero aproveitar muito bem cada um dos 252.000 minutos que me restam, isso se eu não enlouquecer e for internada num manicômio até lá, e recomendo que vocês aproveitem esse tempo e estudem muito, antes que seja tarde demais.

Não lute contra o tempo, use ele a seu favor.

Enviado por Kenia, 18/05/2012 às 10:54


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Como diz o título depois eu faço o post, tchau...

Ok chega de brincadeira...

Essa semana eu aprendi uma palavra nova que tenho certeza que a maioria das pessoas não conhece, mas certamente já devem ter aplicado em suas vidas. A palavra é “procrastinação” que tem como conceito: deixar para depois.

Infelizmente um dia eu aprendi o significado desta frase traiçoeira e o pior é que eu gostei dos benefícios que ela me proporcionava e comecei a aplicar ela em minha vida. E atualmente continuo aplicando, é como um vício que não consigo largar.

Se pararmos para pensar tudo fica mais fácil quando afirmamos a nós mesmos a frase: "depois eu faço". O grande problema está em: quando será este depois? E a resposta é: "nunca". Infelizmente é como eu falei anteriormente: um vício.

Quando surgem as melhores oportunidades para se conseguir estudar onde nada e ninguém podem lhe atrapalhar, o seu pior inimigo acaba sendo você mesmo, pois você é quem se permite deixar para depois e acaba sempre aplicando esta pequena frase em sua vida.

E os resultados, a longo prazo, não são nada agradáveis. A partir do momento em que você deixa de fazer uma vez, vai deixar sempre e quando chegar lá no fim do ano o estudante procrastinador pode até tentar, mas não vai conseguir reverter a situação.

Definitivamente a procrastinação é uma ilusão. O adiamento temporário de determinada atividade traz uma falsa sensação de tranqüilidade, que tudo dará certo no final. Entretanto, o que realmente acontece é o oposto, nada dará certo e no final aquela tranquilidade do início não valerá nada comparada ao desgaste emocional sentido pelo procrastinador.

Contudo, ainda dá tempo para abandonarmos este vício e recuperar o tempo perdido. Para quem se lembra do meu primeiro post: foco, força e fé...

E lembre-se: nunca deixe para fazer hoje o que você pode fazer amanhã (acho que o ditado não é bem nessa ordem, hahah).

Mas e você também sofre com o vicio da procrastinação?

Bons estudos!

Kenia Cristine

Kenya_ctba@yahoo.com.br

Enviado por André, 17/05/2012 às 10:23


André Eduardo Santos Filho

André Eduardo Santos Filho /
Sábado, duas horas da madrugada. Lá estava eu, sem sono, e comecei a pensar em algum tema para o post dessa semana (antes eu ficava desesperado por achar que não ia dar conta de escrever para o blog, um tema por semana até o início de janeiro, mas resolvi pensar em uma semana de cada vez) - e me veio à mente falar sobre como escrever um texto, uma redação, algo meio intertextual. Apanhei o celular e joguei um amontoado de palavras-chave no bloco de notas, salvei as anotações, e fui dormir.

Cada pessoa possui uma forma própria para desenvolver sua escrita. Geralmente, ao escrever um texto, eu anoto uma série de palavras-chave, e, depois, as desenvolvo em um parágrafo. Porém, infelizmente, não temos muito tempo para criar uma redação durante o vestibular, portanto precisamos adquirir técnicas mais rápidas e administrar o tempo. Logo, é essencial praticar - escrever a respeito de vários temas: dissertações comuns de surgirem em uma prova (como saúde, educação, incluindo assuntos polêmicos), narrativas, e cartas (pendente a instituição que você prestará vestibular). O exercício é uma ótima forma de aperfeiçoar argumentos, pois um professor de redação pode corrigir erros e propor alterações. Assim, você pode ter um texto-modelo, caso surja uma proposta similar a um dos temas. Correções são sempre importantes, afinal quem nunca fugiu da proposta, ou teve algum problema em seu texto?

Para adquirir um bom texto, a prática não é a única conquista a ser obtida. É necessário ter um bom conhecimento de assuntos que rondam o cenário atual, que podem ser observados através de leituras e da TV, como noticiários, abrangendo filmes. É sempre satisfatório que o texto seja claro, e, ao mesmo tempo, cativante - o que às vezes é um tiro no escuro, já que não sabemos o estilo dos corretores de redação. Quando houver dúvida acerca do título, retirar uma expressão que represente a ideia central do texto (ou boa parte dele) é um bom caminho.

Qual momento, durante o vestibular, é o mais correto para se escrever a redação? Bom, acredito que seja uma questão com resposta individual. Portanto, para mim, é logo após recebê-la - pois é o momento que tenho a mente descansada e com condições para criar uma estrutura de texto clara, não creio que tenho capacidade de escrever um texto (que eu considere que esteja bom) após resolver dezenas de questões, as quais envolvem raciocínio e tempo.

Como é sua organização para fazer um bom texto?

Um abraço,

André

Enviado por Mariana, 15/05/2012 às 14:53


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Olá todos! Como algumas pessoas que me conhecem melhor, sabem, não sou adepta do “pra que ler o livro se posso ver o filme?”. O post de hoje é mais objetivo que o normal e tem título auto-explicativo. Esse livros são parte da minha vida a muito tempo e provavelmente não há nada no mundo que me faça esquecer deles. Todo mundo deveria ter pelo menos 10 livros favoritos – só acho.

1. O apanhador no Campo de Centeio – J.D. Salinger

Sem dúvida nenhuma é meu livro favorito de todos os tempos mesmo. Talvez meu desejo de ter conhecido Salinger seja maior que o de ter conhecido George Harrison (mas só talvez). Eu tinha 15 anos quando li pela primeira vez, e foi em dois dias.

Quando acabei parecia que um parente bem próximo tinha morrido. Ainda acho que Holden Caulfield é minha versão masculina perdida em algum lugar

2. Ratos e homens – John Steinbeck

Quando comecei esse livro, há uns dois anos, me veio um amargo na boca tão horrível que tenho quase certeza de que nunca vou sentir isso de novo. “Ratos e Homens” foi como um garrafão de melancolia misturada a algo mais que não sei o que é. Chorei no final. Me apaixonei por Steinbeck logo depois da primeira lágrima.

3. Os Sofrimentos do Jovem Werther – Goethe

Como não cometi suicídio depois de ter lido esse livro, é um mistério. Mas amei Werther com todo o meu coração, como Charlotte nunca teria feito. Se pudesse a teria matado, mulher horrível (para mim que estava apaixonada pelo jovem fictício). Se você tem alma fraca, não se arrisque.

4. O Pequeno Príncipe– Antoine de Saint-Exupéry

Quando era menor ganhei do meu avô um CD com a história gravada. Graças a isso sei esse livro de cor até hoje. Sempre choro nas mesmas partes. Me irrita profundamente as pessoas usarem toda a pureza desse livro em citações ridículas de Facebook e Tumblr. Nunca vou me separar do exemplar que tenho.

5. Histórias Extraordinárias – Edgar Allan Poe

Sempre tive pavor a filmes de terror, ainda tenho. Não sabem a minha surpresa quando, depois de ter lido essa coletânea de contos de Poe, fiquei sem dormir, tremendo de medo e um pouco traumatizada. O melhor trauma da minha vida. Poe teve uma vida miserável, seus contos só não são piores do que ele próprio. O amo, mas não queria tê-lo conhecido, provavelmente sairia de encontro mais deprimida do que nunca.

6. Clarissa – Érico Veríssimo

A pequena, mas nem tão pequena Clarissa foi para mim um dos momentos mais doces de todos. Se eu tivesse passado pela convivência que ela passou, com aquelas pessoas no Rio Grande, teria sido mais feliz a maior parte do tempo. Fiquei um pedaços dessa felicidade esquisita. O que tenho de criança hoje ainda, devo a Clarissa

7. O Retrato de Dorian Gray– Oscar Wilde

Oscar Wilde era gay e esquisito. Dever ser um dos mortos que eu mais adoro nesse mundo. Dorian Gray alimentou minha imaginação com tamanha fervura que a época na qual li esse livro foi também a época na qual mais escrevi contos, de todos os tipos.

8. Laços de Família – Clarice Lispector

Não faz muito tempo que comecei a ler Clarice. A impressão me de dá é que nem se abríssemos seu corpo e revirássemos tudo o que havia dentro, seria possível conhecer tão intimamente essa mulher. Toda mulher tem um pouco de Clarice. Todo homem também.

9. O Velho e o Mar– Ernest Hemingway

Deve ser uma das histórias mais belas que existem. Não entro mais no mar sem me lembrar desse velho e desse peixe. Chorei nesse também. Não interessa seu estado de espírito, esse livro muda sua vida de algum jeito. Muda tudo.

10. Globalização – Zygmunt Bauman

Bauman é disparado meu sociólogo favorito. Todas as minhas interpretações sobre o mundo atual não podem ser consideradas originais por que me influencio completamente por ele. Seu estudo e sua teoria completam perfeitamente as lacunas das minhas idéias sobre o contemporâneo. Se o visse, pediria para ler “Globalização” em voz alta, apenas pra conseguir imaginá-lo escrevendo.

Tive que deixar alguns de fora, talvez fale deles mais tarde. E depois, farei uma lista sobre os livros que quero ler ainda esse ano.

Alguém mais gosta desses livros? Me digam que não sou estranha por esse gosto confuso e não linear.

Twitter: @herecomesmary
E-mail: marianaffonseca@gmail.com

Enviado por Naty, 14/05/2012 às 09:51


Antônio More / Agência de Notícias Gazeta do Povo

Antônio More / Agência de Notícias Gazeta do Povo / Ato a favor das cotas na semana passada, na Universidade Federal do ParanáAto a favor das cotas na semana passada, na Universidade Federal do Paraná
Quando você vai realizar sua inscrição em algum vestibular, sempre tem aquela pergunta “Deseja concorrer às vagas do processo seletivo por meio do sistema de cotas?”, e este tema sempre gera grande polêmica entre os vestibulandos.

Segundo o artigo 5° da nossa constituição: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade”.

Partindo desse princípio, todos deveriam viver com dignidade, ter acesso a saúde, educação e moradia de qualidade. Não gosto das palavras “deveria e poderia” porque sempre se referem a coisas que não aconteceram, não passam de possibilidades, e às vezes sonhos.

Não faz sentido que um país como o Brasil, que está entre as 10 maiores economias do mundo, esteja tão recheado de desigualdades, se todo esse dinheiro fosse bem aplicado, tenho certeza que a rede pública de ensino seria bem estruturada, e teria condições de prover educação de qualidade para todos, pondo assim um fim nas cotas. Já que, em teoria, as mesmas deveriam ser apenas uma medida paliativa, enquanto o Estado não pudesse fornecer oportunidades iguais para todos.

Eu não sou contra as cotas, mas sou contra o fato desta medida temporária estar se tornando permanente. E você o que pensa a respeito das cotas?

Enviado por André, 09/05/2012 às 16:50


Orlando Pedroso / www.fotolog.com.br/orlandopedroso

Orlando Pedroso / www.fotolog.com.br/orlandopedroso /
Um dos motivos de ter escolhido o curso de Direito, e não o de Publicidade, aos 16 anos, foi o fato de não existir este na minha cidade. Pode ter sido uma escolha “preguiçosa”, mas fiz essa opção também pelo fato de mudar de cidade gera muitos gastos, e de não querer distanciar-me da minha família – posso dizer que não sou um daqueles estudantes que adoram dizer “Quero distância dos meus pais, quero viver sozinho, odeio minha cidade, quero festa, quero minha independência!” (sendo que só vão ter independência quando os pais não pagarem mais suas contas...).

É um sentimento contraditório - de querer ficar e de querer ir. Às vezes penso em ficar aqui, e como gosto de literatura, línguas estrangeiras e de escrever (senão não estaria aqui), poderia fazer Letras, depois um mestrado, um doutorado... – em outros momentos, penso que devo ir atrás da opção que deixei como segunda escolha há quatro anos.

Alguns podem dizer que a solução é decidir o que você quer mais, mas, para mim, é como ter dois alvos a mesma distância e só poder atirar em um deles. Enquanto não acho uma solução para esse impasse, o recurso é estudar para o vestibular mais concorrido. Essas dúvidas poderiam não existir, não é? Seria tão mais simples achar sua vocação no verso de uma caixa de Toddynho e ir atrás disso...

Morar sozinho me assusta um pouco. Chegar a um apartamento, no seu primeiro dia sozinho, em outra cidade, sentar em algum lugar da sala, olhar para os lados e pensar: “É, é isso aí”. É claro que uma hora nós temos que nos virar e sair da casa dos pais (alguns nunca saem), mas pensar nesse passo tão grande na vida de uma pessoa é espantoso.

Ou será mais simples não pensar tanto a respeito? Só ir com a cara e a coragem, e, no final, não se revela um bicho de sete cabeças... O post de hoje acabou virando uma continuação de “Estudantes à beira de um ataque de nervos” – meu ataque, no caso.

E você, que mora sozinho, como é essa experiência? Ou você, que quer estudar em outra cidade, quais são suas expectativas?

Um abraço,

André

andre.esantos@yahoo.com.br

Enviado por Mariana, 08/05/2012 às 10:24


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Olá, todos! Dia desses, meu namorado me mandou estudar. Foi algo como “vai estudar garota!”. O sangue me subiu a cabeça na hora (Mariana perde as estribeiras com facilidade, gente). Depois de ter quebrado meia casa mentalmente, me acalmei e fui ler no quarto. Fiquei com esse episódio na cabeça até agora, e já deve fazer umas duas semanas.

Sabem que cheguei à conclusão de que ele tem razão? Eu sempre fui boa aluna, mas nunca gostei de pegar pesado nos estudos, quem gosta não é? Quando a gente não gosta de alguma coisa a tendência é desviarmos dela até inconscientemente. Comecei a passar cada vez menos tempo estudando, sem perceber a malandragem da minha cabeça que não morre de amores por exercícios de exatas.

Para não pegar nas apostilas até a casa eu limpei. Comecei a ler mais do que me interessa e menos do que é necessário, não fui a algumas assistências do cursinho, arranjei compromissos, e segue a lista. Precisou o meu namorado me dar um tapa metafórico desses pra que eu me tocasse. Onde ia parar essa procrastinação, minha gente? Daqui a pouco eu ia pintar a cidade inteira para não ter que fazer os exercícios de física.

Esse tipo de coisa vai acontecer com todo mundo e mais de uma vez. É cansaço, desânimo, apatia, essas coisinhas vão enchendo a gente e tomando conta do recinto, alterando toda uma rotina que tem um propósito muito bem definido.

Importante mesmo é não deixar que tudo isso te tire dos trilhos definitivamente. Um pouco de policiamento ajuda bastante. Claro, na situação na qual estamos todos, perceber esses desvios fica complicado, logo, escute os outros. Quem te vê do lado de fora consegue distinguir melhor se você só está tirando um cochilo ou dormindo a tarde inteira para assistir séries a noite inteira depois.

Quem mais está até se convencendo que mosquitos voando são mais interessantes do que estudar? Vem gente, time to get things done!

Twitter: @herecomesmary
E-mail: marianaffonseca@gmail.com

Enviado por Kenia, 07/05/2012 às 10:58


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Acredito que você já tenha ouvido está frase de alguém. Muitas pessoas pensam que é extremamente fácil estudar, que não exige nada mais do que vontade. Realmente a força de vontade é fundamental, mas não é o único fator determinante para se conseguir grande proveito nos estudos. O estudo em si exige um esforço gigantesco que inclui vários fatores:

1° Preparo psicológico e físico

Físico, pois se você estiver cansado, doente ou até mesmo elétrico de tanta energia você não consegue estudar nada.

Psicológico, pois você tem que ter concentração, se não toda a matéria estudada será perdida.

2° As pessoas que convivem ao seu redor tem que cooperar muito

Mãe não brigue comigo, mas sempre que sento para estudar a senhora me chama de 5 em 5 minutos, é impressionante.

Irmãos, aumentar o volume de som, televisão ou até mesmo da voz tem que ser nos meus preciosos minutos de estudo.

Pai... Ok, nada a reclamar do senhor.

3° Local adequado

Ahh como é bom e fácil estudar na cama de baixo dos cobertores depois de um dia cansativo. Eu começo sentada, de repente quando percebo meu despertador já esta tocando pela manhã. /Camavocêéminhaperdição/

4° Organização

Fundamental para um bom desempenho nos estudos. Dependemos dela para administrar corretamente o tempo, as matérias e até mesmo nossa própria vida.

5° Tempo para estudo

Estudo é o tempo em que você dedica de aprendizado fora do cursinho ou do colégio. Pois durante a aula você somente vê a matéria, estudar mesmo tem que ser fora este tempo de aula.

Acho que já provei que não é muito fácil de estudar. Mas é como fala o ditado “NINGUÉM DISSE QUE SERIA FÁCIL” (a não ser, somente é claro, estas pessoas “muito legais” que falam que eu só estudo)

Vamos dividir experiências: “Quais dificuldades você sente para estudar?”

Bons Estudos!!!!

Kenia Cristine

kenya_ctba@yahoo.com.br

Enviado por Naty, 04/05/2012 às 15:03


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Funciona mesmo como diz o ditado, as suas amizades fazem você, e percebendo ou não, acabam exercendo grande influência em sua vida, podendo te levar ao sucesso ou te arrastar pro fundo do poço.

É uma simples questão de lógica, se seu amigo gosta muito de determinada banda, e vive falando dela, uma hora ou outra, você vai acabar ouvindo algumas músicas, e talvez até vire fã. Se você tem amigos que se dedicam muito aos estudos, por consequência vai acabar estudando um pouco mais, nem que seja “por osmose”.

Amigos de verdade te impedem de se jogar de um precipício, porque se importam, se seus amigos, estão te incentivando a pular, é porque tem alguma coisa errada, então tome cuidado.

Se você tem algum amigo que está caminhando pro precipício, impeça-o de cair, ofereça ajuda, dê algumas dicas de organização, estudem juntos, grupos de estudo são uma boa ideia, (se as pessoas do grupo realmente estiverem dispostas a se organizar e estudar), porque quando estudamos com os amigos, acabamos compartilhando conhecimentos e aprendendo mais.

E se é você que está caminhando pra beira do abismo, não tenha vergonha de gritar por ajuda antes que seja tarde demais, afinal sempre tem uma boa alma disposta a ajudar. Porque caso contrário a queda vai ser feia (leia-se: não passar no vestibular e ver todos os seus amigos passando). Você pode se recuperar da queda no ano seguinte, mas vai ganhar uma cicatriz.

Meu conselho é: não se jogue do precipício, e sim escale o Everest. Passe por todos os obstáculos e chegue ao topo, prometo que a vista é estonteante e a sensação de ter conseguido é indescritível.

>>> Se tiver sugestões para o Blog, não deixe de escrever para mim!

Enviado por André, 02/05/2012 às 13:07


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O tempo tem passado rápido demais para mim (exceto as aulas de física e matemática, que duram uma eternidade dolorosa). Não sei se é algo que ganha mais força com o decorrer da idade ou coisa do mundo de hoje, mas essa velocidade me deixa apreensivo e aliviado ao mesmo tempo – apreensivo por acreditar que não dê tempo de se preparar corretamente para o vestibular, e aliviado por esse período de estudos para vestibular passar logo (ninguém quer passar muito tempo estudando sem entrar em uma universidade, certo?). Mas, mesmo com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, é sempre bom descansar e tirar um tempo para fazer o que gosta, pois bem como a Naty escreveu em seu primeiro texto, equilíbrio é fundamental.

A auto cobrança para obter resultados, em um tempo aceitável, consegue ser esmagadora em alguns momentos. E, além disso, muitos escutam cobrança de terceiros, como professores ou familiares (sim, alguns precisam ouvir, mas nessas horas todo mundo paga o pato). Creio que as alternativas nesse momento são: relevar a - por falta de uma expressão melhor - “falta de tato” com estudantes à beira de um ataque de nervos, ou arriscar uma conversa amigável, já que uma discussão feia não vai resolver essa questão. Ou melhor: aproveite o momento para ganhar motivação e consequentemente ter um bom resultado no final do ano!

Voltando à questão do tempo, algo aos alunos do terceiro ano do ensino médio: apesar de o terceirão ser um momento delicado para a maioria dos estudantes, ele foi uma das melhores épocas da minha vida. Não só por felizmente ter uma aprovação de vestibular, mas por ser o final de um ciclo que você vai lembrar para sempre, os tempos de escola, que se iniciam quando você tinha 2,3 anos - acredito que todos sintam falta da infância, e é sempre bom relembrar tais momentos. Não sei se estou (ou se sou) nostálgico demais, mas, às vezes, são eles que de alguma maneira te confortam em uma hora difícil. Portanto, dica para quem está no final desta fase: curta esse ano de todas as maneiras, estude, se divirta, e acima de tudo, faça o que você tem vontade de fazer. É um ótimo período e que não pode ser lembrado apenas pela pressão e desespero da aprovação. Escrevi um monte de coisas óbvias? Sim, mas acho que fazem você se sentir bem ao ouvir alguém falar a respeito. Afinal, ninguém gosta de ser completamente sozinho, não é?

Compositor de destinos
Tambor de todos os ritmos
Tempo, tempo, tempo, tempo
Entro num acordo contigo
Tempo, tempo, tempo, tempo...
Oração ao tempo – Caetano Veloso

Um abraço,

André

andre.esantos@yahoo.com.br

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