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Saúde

No Paraná, 13 hospitais podem fazer cirurgia bariátrica pelo SUS

Antes, apenas cinco hospitais eram credenciados. Com o aumento de equipes, a expectativa é que o tempo de espera diminua pela metade

28/05/2010 | 15:43 |
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A cirurgia bariátrica, para redução do estômago, é muito cara e são poucos os hospitais que fazem o procedimento pelo Sistema Única de Saúde (SUS). No Paraná, eram cinco hospitais que faziam a cirurgia, mas agora outros sete estabelecimentos receberam o credenciamento. Com isso, o estado tem 13 hospitais aptos a realizarem esse tipo de operação.

O Hospital de Clínicas (HC) e Santa Casa de Misericórdia, de Curitiba; o Hospital Angelina Caron, de Campina Grande do Sul e os Hospitais Universitários de Londrina e Maringá já realizavam o procedimento. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) autorizou mais sete hospitais a manterem equipes para realizar o procedimento.

RPC TV

Com o aumento de hospitais credenciados, a expectativa é que o tempo de espera pela cirurgia bariátrica caia pela metade

Os estabelecimentos credenciados foram os Hospitais Evangélico e Cajuru, em Curitiba; Hospital e Maternidade Parolin, em Campo Largo; Hospital São Lucas, em Pato Branco; Hospital São Lucas, em Cascavel, Hospital Regional do Noroeste, em Paranavaí, e Santa Casa, de Londrina.

Segundo o funcionário da Sesa Ivanur Carulla, os hospitais devem preencher alguns critérios técnicos para poderem receber o credenciamento. É necessário dispor de um serviço ambulatorial, equipe multiprofissional, camas especiais e leitos de UTI que suportem o peso dos pacientes.

De acordo com o telejornal ParanáTV 1ª Edição, da RPCTV, com esse acréscimo de hospitais, a expectativa da Sesa é de que o tempo de espera, que hoje é de dois a três anos, diminua pela metade. Mas para chegar à fila de uma cirurgia tão delicada, também há exigências. O paciente precisa passar por uma bateria de exames com endocrinologista, cardiologista, pneumologista, fisioterapeuta, nutricionista e psicólogo.

O Hospital Evangélico, em Curitiba, já começou a cadastrar e a fazer os exames nos primeiros pacientes. O médico Paulo Nassif comenta que também é preciso combater as doenças que vêm junto com a obesidade, como o diabetes, pressão alta, desgastes articulares, as dores persistentes e a apneia do sono. Elas podem causar a deterioração da saúde se os pacientes permanecerem com o excesso de peso.

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