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Estradas

Concessionárias de pedágio não estão preocupadas com as "Estradas da Liberdade"

31/01/2007 | 12:46 |
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O anúncio do governador Roberto Requião (PMDB), do programa Estradas da Liberdade - rotas que farão o desvio de pelo menos 16 das 27 praças de pedágios das rodovias do Paraná – foi recebido pelo diretor da regional paranaense da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR-PR), João Chiminazzo Neto, apenas como um ato simbólico para justificar a promessa de governo.

Em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, Chiminazzo falou que tentativas parecidas surgiram no passado e citou três episódios. O da encampação das concessionárias, em 2003, quando o governo desistiu de pagar as indenizações; a ameaça de intervenção com as invasões feitas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), em 2003, e a promessa do Pedágio de Manutenção, que seria implantado em 2004, entre Guaíra e Maringá, ao preço de R$ 1,50.

“Sempre estão apresentando uma numerologia equivocada”, afirmou Chiminazzo. O diretor exemplifica o argumento com os R$ 400 mil por quilômetro que o governador está apresentando como sugerido pelas empresas do pedágio para a recuperação de rodovias.

“Nunca atribuímos isso. Esse número é do programa de recuperação que o [ex-governador Jaime] Lerner ia fazer”, diz. A medida não preocupa as concessionárias. “Os usuários vão optar pelo conforto, tempo de viagem e segurança”, diz Chiminazzo.

O diretor da ABCR-PR ressalta que a geometria proposta para as rotas alternativas não comporta grande fluxo

Licitação

O governador Roberto Requião também disse nesta terça-feira (30), durante a Reunião da Escola do Governo, que se o governo federal autorizar a concessão de pedágios nas estradas federais no Paraná, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Paraná vai participar da licitação.

O superintendente de exploração e infra-estrutura da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Carlos Sherman, afirma que não é impossível a intenção do governador. “O DER não poderia participar porque é uma autarquia. Para isso o governo teria de criar uma estatal com sociedade mista por meio de uma lei específica”, explica.

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