Quinta-feira, 02/09/2010
Jonathan Campos/Gazeta do Povo
Mário Schoemberger: versatilidade no teatro, no cinema e na tevê
Depois de enfrentar, em novembro do ano passado, uma cirurgia em que removeu um tumor do intestino, Schoemberger viu sua saúde melhorar. Mas ela se fragilizou pouco tempo depois. Seu último internamento durava 6 meses.
Nascido em 5 de fevereiro de 1952, o ator e diretor teatral teve uma carreira consistente também na televisão e no cinema. Trabalhou nas novelas Da Cor do Pecado (2004) e Desejos de Mulher (2002). Na tela grande, participou de sucessos de público como Os Normais (2003) e O Cheiro do Ralo (2006).
A diretora teatral Fátima Ortiz, com quem o ator fez Pinha, Pinhão, Pinheiro (1985), afirma que Schoemberger é “insubstituível”. “Ele foi um exemplo de vocação e talento”, diz.
Enéas Lour, um de seus amigos mais próximos, destacou sua formação autodidata e os seus 37 anos de carreira. Os dois voltariam a contracenar na peça Os Psicólogos Não Choram, prevista para estrear em janeiro deste ano, mas devido aos problemas de saúde, a participação do ator teve de ser cancelada.
Serviço
O corpo está sendo velado na sala de exposições do Teatro Guaíra (Pça. Santos Andrade, s/nº) desde as 23 horas de ontem. Hoje, às 16 horas, ele será levado para São José dos Pinhais e cremado no Crematorium Metropolitan.
Dose tripla: Barbixas, Rabin e Antropofocus
ATUALIZADOhá 23min
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