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Animal

O tamanho da pata nem sempre tem relação com o porte do cachorro. Veja sinais

Algumas dicas podem ajudar o tutor na hora de escolher o animal de estimação, principalmente se for um cachorro sem raça definida

Ver o tamanho da pata é uma dica conhecida, mas que nem sempre funciona (Foto: Bigstock)Ver o tamanho da pata é uma dica conhecida, mas que nem sempre funciona (Foto: Bigstock)

Nas feiras de adoção de animais, as ninhadas de filhotes se destacam pelo jeito meigo e carinhoso dos pets recém-nascidos. O que os futuros tutores não podem esquecer na hora da escolha do novo integrante da família é de observar se o porte do animal é compatível com o espaço disponível para ele.

Quando se trata de cães sem raça definida – os populares “vira-latas” – o assunto acaba ficando bem mais complexo, justamente pela falta de informações. E aí vem aquela dúvida: como saber que tamanho vai ficar o “filhotinho guapeca”?

Antigamente se falava que era possível saber o porte que o cachorro teria a partir do tamanho de suas patas. Essa relação existe, porém, sabe-se que essa é uma característica que pode somente dar pistas, mas não é totalmente segura. Tome-se, por exemplo, os dachshunds – os “salsichinhas” – que, apesar do corpo pequeno, têm patas bastante grandes.

Existem outras formas mais confiáveis de estimar o porte que um cão terá quando adulto. Quando os pais são conhecidos, eles podem ser uma referência. Um médico veterinário pode fazer a análise corporal do pet, levando em consideração a ossatura do animal, mas as condições gerais de saúde e a alimentação do animal também influenciam.

Maturidade

Pequenos ou “toy”: Chegam à vida adulta aos 10 meses, inclusive com as mudanças comportamentais e hormonais (cio no caso das fêmeas). São os yorkshire, pinscher e o maltês.

Médios: Ao final do primeiro ano de vida, estes cães se tornam adultos. É o caso do buldogue francês, welsh corgi e o pug.

Porte grande: O desenvolvimento completo desses cães vai até os 15 meses. Tem mais sensibilidade digestiva porque os órgãos demoram mais tempo a amadurecer que os cães de raça pequena. Nesta categoria estão o São Bernardo, labrador e o pastor alemão.

Gigantes: O desenvolvimento desses animais se divide em duas fases: a primeira vai até os oito meses, quando há um desenvolvimento muito rápido dos ossos do cão; a segunda, que só finaliza entre o 18° e 24° mês de vida, ocorre de maneira mais lenta e é nesse período que os músculos vão se formar. É o caso do dogue alemão.

Fonte: Fabio Vale Bonardi, médico veterinário.

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