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Comportamento

15 atividades para fazer no Parque São Lourenço

Localizado na Rua Mateus Leme, o parque oferece diversas possibilidades e atrativos para quem busca agito, diversão ou mesmo tranquilidade

Nada melhor do que passar o feriado com um piquenique no parque, como as famílias Oliveira e Johnson (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)Nada melhor do que passar o feriado com um piquenique no parque, como as famílias Oliveira e Johnson (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Para buscar a natureza e curtir o feriado de carnaval não é preciso descer a serra às praias. Na tarde desta segunda-feira (27), o Viver Bem esteve no Parque São Lourenço, no bairro de mesmo nome, para enumerar as diferentes atividades que o espaço oferece ao público. Do atleta amador a quem procura tranquilidade e silêncio, o local tem atrativos para todos os gostos . Separamos 15 deles:

1) Gaste a energia das crianças

Crianças e adultos da família Cooper são velhos conhecidos do parque São Lourenço (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Crianças e adultos da família Cooper são velhos conhecidos do Parque São Lourenço (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Depois do almoço de feriado na casa da avó da família Cooper, as crianças e tias vieram curtir o comecinho da tarde no playground disponível na entrada principal do parque. Ariane Cooper, de 13 anos, Jéssica Cooper, de 14 anos chegaram hoje à casa dos familiares, que já contavam com Yohan Cooper e Theo Remuska, de 9 e 6 anos, respectivamente.

“Resolvemos ficar em Curitiba neste feriado porque a viagem só dá alegrias quando está lá, na praia. A ida e a vinda são muito cansativas, especialmente porque as estradas ficam muito cheias e perigosas. Sempre que estamos na casa da sogra, avó deles, trazemos as crianças ao parque. Depois do parquinho, vamos dar uma volta completa e voltaremos à casa da avó para o café da tarde”, relata Eliane Pacheco da Rocha Cooper, professora de 52 anos, acompanhada da Priscila de Andrade Cooper, 30 anos e estudante, que veio de Londrina passar o feriado com a família.

2) Bote o cachorro para brincar

Bruck e Doce consideram o parque São Lourenço o quintal de casa, já que vivem próximos ao local, com os tutores (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Bruck e Doce “consideram” o parque o quintal de casa, já que vivem próximos ao local, com os tutores (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

A pinscher Doce e o pitbull staffordshire Bruck ficam muito animados quando os tutores Zuleide Tuleski, professora de 39 anos, e Christian Lara, comerciante de 41 anos, os chamam para um passeio pelo parque. É o espaço favorito dos “irmãos”, que vivem cerca de 4 quadras do parque São Lourenço.

“Nós não somos muito de parque, mas fazemos isso por eles. Se a gente não sai com eles, ficam muito ansiosos, chegam a lamber as patas. Fins de semana, principalmente, trazemos eles aqui”, conta Zuleide.

Dos pontos positivos do parque para os pets, há uma bica de água, para que eles se refresquem, localizada no lado oposto à entrada principal. Além disso, para Christian, o parque oferece uma segurança maior aos cachorros.

“É melhor andar aqui do que na rua. Na rua os cães às vezes andam sem coleira, sem guia, sozinhos. Aqui, geralmente, estão com a coleira. Colocamos a focinheira no Bruck porque, apesar de ele ser o cachorro mais manso, as pessoas podem ter medo”, diz o comerciante.

3) Venha de bike!

Do Boqueirão para o São Lourenço, o casal levou - apenas - uma hora e meia de bicicleta (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Do Boqueirão para o São Lourenço, Murilo e Cristiane levaram – apenas – uma hora e meia de bicicleta (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Pode parecer longe, mas o parque não é tão distante assim. O Murilo Oliveira e a Cristiane Paro que o digam! O analista de sistemas de 29 anos e a bióloga de 28 anos vieram do Boqueirão até o parque de bicicleta, pela ciclovia. Demoraram cerca de uma hora e meia para chegar, saindo de casa às 12h30 e chegando próximo das 14 horas no parque, mas estão bem e vivos.

“Hoje estava super tranquila a ciclovia, porque a cidade está bem vazia. Gostamos de vir até aqui porque o parque é bem familiar. Se der uma esticada, dá para chegar até o Parque Tanguá, usando toda a ciclovia”, diz Murilo.

Bolachas, água, mexerica e mimosa foram carregadas na bolsa para recuperar as energias e se re-hidratarem do passeio. “Viemos com a bicicleta justamente para depois não ter de pegar um táxi ou ônibus. É uma pernada, mas vamos voltar de bicicleta também”, reforça o analista de sistemas.

4) Aprecie a natureza

(Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

A tranquilidade e calma do parque chamaram a atenção da mãe e filha Alaide e Odilla Ottoboni para esta segunda-feira de carnaval (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Mãe e filha decidiram usar o feriado para fazerem um pouco de turismo na capital e, em uma das passagens, resolveram rever o Parque São Lourenço, onde não vinham há um tempo.

Munidas de duas cadeiras de praia, Alaide Ottoboni, professora aposentada de 56 anos, e Odilla Ottoboni, 80 anos aposentada, passaram pela Ópera do Arame e Bosque Alemão, antes de chegarem ao parque.

“Viemos curtir a paisagem, o silêncio. Os parques são como refúgios, para apreciar a natureza. A gente vai com frequência caminhar no Parque Barigui, que é mais perto de casa, mas aqui é mais tranquilo”, conta Alaide.

5) Faça um piquenique em família

Nada melhor do que passar o feriado com um piquenique no parque, como as famílias Oliveira e Johnson (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Nada melhor do que passar o feriado com um piquenique no parque, como as famílias Oliveira e Johnson (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Danila Neres de Oliveira, manicure de 26 anos, não perdeu o dia de céu aberto e sol forte em casa e trouxe o filho Thiago Neres de Oliveira Gonçalves, de cinco anos, para um piquenique à beira do lago. Para não ficar só os dois, chamou também a irmã Daniele Neres Johnson, podóloga de 31 anos, com o marido Erick Johnson, 31 anos e analista de sistemas, e as filhas Alicia e Aline Neres Johnson, de 5 e 3 anos, respectivamente.

“Não precisamos ir para a praia para nos divertimos. Somos de Rio Branco do Sul e minha irmã mora em São José dos Pinhais. Aproveitamos o feriado para vir para o parque porque, embora conhecemos o espaço, durante a semana fica difícil trazer as crianças”, diz Daniela, que trouxe na cesta de piquenique muitas frutas, suco, água natural para os adultos e, segundo ela, salgadinhos e chocolates apenas para as crianças. “São só para as crianças, nada para a gente”, diz em risos.

6) Tire o carrinho de rolimã do armário

Davi desce a pista do parque São Lourenço, acompanhado atrás da irmã mais nova Isabele, com a bicicleta (Fotos: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Davi desce a pista do parque São Lourenço, acompanhado atrás da irmã mais nova Isabele, com a bicicleta (Fotos: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Se havia alguma desculpa para não usar o carrinho de rolimã, agora não há mais. A pista do parque está aberta ao público, de qualquer idade. Davi Alves da Conceição, de 11 anos, montou o próprio carrinho em casa com peças de rolamentos de carros com a ajuda do pai, Dalvir Alves da Conceição, eletricista de 52 anos, e veio de Almirante Tamandaré testar o brinquedo no parque.

O primeiro alerta de cuidado, porém, veio da mãe, Ana Maria Cordeiro, diarista de 38 anos, ao ver outra criança “rolando” pela pista sem o carrinho. “A menina estava mais equipada que o Davi e se machucou. Ele não tem nem freio. É hora de ir embora e melhorar esse carrinho”, disse a mãe, acompanhada da filha mais nova Isabele Alves da Conceição, de 6 anos, que preferiu a bicicleta.

7) Liberte a pipa

(Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

O feriado de carnaval foi o momento perfeito para a família Guimarães estrear a pipa no parque (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Kauan Guimarães, de seis anos, não se aguenta. Toda vez que vê as sacolas de mercado jogadas pela casa da família em São José dos Pinhais, transforma em pipa. As ruas cheias de fios elétricos, porém, impedem a brincadeira do menino. A família comovida decidiu transformar a segunda-feira de feriado no dia de soltar pipa e escolheram o parque para a atividade.

“Ele é apaixonado por pipas e essa é a primeira vez que viemos aqui no São Lourenço para isso. Trouxemos toda a família”, conta a mãe Camila Polli Guimarães, auxiliar de RH de 25 anos, apontando para os tios, tias e sobrinhos que aguardavam o vento dar fôlego à pipa.

8) Namorar? Por que não?

O casal Patricia e Leandro não perderam o dia bonito e foram fazer um piquenique no parque (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

O casal Patricia e Leandro não perderam o dia bonito e foram fazer um piquenique no parque (Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

A tranquilidade e calmaria do Parque São Lourenço foram as qualidades que chamaram a atenção de Leandro Linhares, analista de sistemas de 41 anos. Quando decidiu fazer uma surpresa à namorada Patrícia Herrera, relações públicas de 45 anos, não teve dúvidas de onde a levaria para um piquenique romântico.

“Era uma das coisas que eu queria fazer para ela, para agradar a ela”, disse Leandro, que contou que o namoro estava completando oito meses. “É recente? Não sei! Em 9 meses dá para gerar uma vida, não é mesmo?”, questiona.

“Tentamos ir ao Museu (MON, Museu Oscar Niemeyer) antes, mas como é segunda-feira ele estava fechado. Então fomos ao mercado, corremos e viemos para cá”, diz Patrícia, bebericando um vinho tinto ao lado do namorado e curtindo a paisagem do parque à beira do lago.

O que mais?

(Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

(Foto: André Rodrigues / Gazeta do Povo)

 

Ainda não se contentou com as atividades que podem ser feitas no parque São Lourenço? Aqui vão mais algumas sugestões:

9) Churrasco. Perto da entrada principal há churrasqueiras com mesas e bancos de concreto, abertos ao público, para um churrasco com os amigos ou familiares.

10) Andar de bicicleta, roller, patins, skate – o que tiver rodas. Além da ciclovia, o parque é contornado por uma pista, que recebe desde crianças a jovens e adultos com patins e skates.

11) Caminhada ou corrida. A pista de cooper está aberta ao público, de segunda a segunda, todos os horários.

12) Exercícios na barra. Ao lado do lago, próximo a entrada principal, há equipamentos para exercícios físicos na barra, além dos aparelhos da Academia Aberta para a Terceira Idade.

13) Jogar bola. Canchas de futebol e vôlei completam os espaços destinados a exercícios físicos.

14) Matar a sede e a fome. Ao longo do parque há carrinhos de pipoca (doce e salgada), caldo de cana e sorvete, para espantar a fome e a sede durante o passeio.

15) Visite o Centro de Criatividade. Antes da criação do parque, em 1972, o espaço do São Lourenço pertencia a fábrica Adubos Boutin. Hoje, o espaço da fábrica forma o centro de Criatividade, localizado dentro do parque, ocupado por atelier de artes e ofícios, auditório, espaço de exposições e biblioteca. O local é aberto de segunda à sexta-feira, das 8h30 às 21 horas e aos sábados das 8h30 às 12 horas, e das 13 horas às 17 horas. Fecha aos domingos. Saiba mais sobre ele, aqui.

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