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Valterci Santos/Gazeta do Povo

Valterci Santos/Gazeta do Povo / Zeny Garcez Codagnone, 90 anos, com a filha Regina: mais segurança para ela e familiares Zeny Garcez Codagnone, 90 anos, com a filha Regina: mais segurança para ela e familiares
Bem-estar

Uma pulseira que salva vidas

Voltada para idosos que moram sozinhos, pulseira “avisa” para parentes quando a pessoa sofre algum problema em casa

Publicado em 07/08/2011 |
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Uma pulseira “anjo da guarda” promete ser o novo aliado dos idosos que não abrem mão de morar sozinhos (e continuar independentes), mas sabem da importância de ter acesso a um serviço que os auxilie em caso de emergência.

Denominado Te­­leHelp, o aparelhinho é oferecido em 20 países (em Curitiba, chegou há poucos meses) e permite que seus usuários tenham uma vida com mais liberdade e segurança.

O sistema – composto por um painel viva-voz (parecido com uma secretária-eletrônica) e um botão de emergência remoto instalado numa pulseira – funciona de forma simples. Quando o usuário aperta o botão de emergência, o painel envia um sinal para uma central de atendi­­mento. Imediatamente, um profissional responderá ao chamado, e conversará por meio do sistema viva-voz para providenciar o tipo de ajuda necessária, avisando parentes ou amigos e até enviando uma ambulância se for necessário.

Divulgação

Divulgação / Kit: pulseira, painel viva-voz e a versão pingente do botão de emergência Ampliar imagem

Kit: pulseira, painel viva-voz e a versão pingente do botão de emergência

Apesar de estar disponível 24 horas por dia, o serviço só funciona dentro da residência. Isso porque a pequena pulseira precisa estar dentro do raio de cobertura do aparelho viva-voz.

Na prática

Com 90 anos, completados no fim do ano passado, Zeny Garcez Codagnone sempre está disposta e animada, mas como mora só, sabe que – devido à idade avançada – precisa de um atendimento especial em caso de emergência.

Ela adotou o serviço há dois meses e suas fi­­lhas Maria Zeni Codagnone Romanó e Regina Celi Codag­­none Ferreira incentivaram o uso do “reloginho”.

Um episódio re­­cente, recorda a idosa, comprovou a eficácia do sistema. “Inad­­ver­­ti­­damente, disparei o sinal de alarme. Logo em seguida, me assustei ao ouvir uma preocupada pergunta transmitida pelo viva-voz: ‘Dona Zeny, a senhora está bem?’” Foi uma prova, inesperada, da eficiência do atendimento, levando ainda mais confiança à família.

Serviço:

Custo do TeleHelp: R$ 100 (adesão) e R$ 85 (mensalidade). Mais informações pelo telefone (41) 8869-2447, com Marina Simon.

    • Parabéns pra quem teve o insight de criar este produto - Mirele T. Vieira - 7 dias
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