Hedeson Alves/ Gazeta do Povo
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Marcelo Elias/ Gazeta do Povo
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Ivonaldo Alexandre/ Gazeta do Povo
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“Gosto de me vestir, procuro aliar conforto e casualidade, mas, às vezes, erro bem feio e chego em casa pensando em como é que pude vestir aquela coisa. Admito que penso na roupa que vou vestir para vir para a universidade, senão estaria sempre de sandálias. Para comprar vou nos básicos e em algumas marcas de estilo alternativo como Alexandre Herchcovitch e Roberto Arad.” “Re-nato” Bertão, coordenador de Design da Universidade Positivo e professor da Universidade Tuiuti
“Sou um adepto do bom casual contemporâneo. Camisa solta, calça confortável, tênis, sapatênis e minhas camisetas coloridas e psicodélicas. Tenho duas – uma do John Coltrane e outra do Miles Davis – que os alunos comentam e gostariam de ver os pais usando. E por falar nisso, aí reside um problema (que não é só dos professores): chega uma idade que você se veste de tiozinho ou de garotão. Ser descolado e evitar a caretice é difícil.” Sérgio Menezes, professor de Publicidade da Universidade Positivo
“Conforto é fundamental. E junto com ele a praticidade. Por isso, opto quase sempre por combinações bicolores. E hoje, como vou pra a academia depois, vim de agasalho mesmo.” Sérgio Czajkowski Jr., professor de Publicidade, Jornalismo e Comércio Exterior na Universidade Positivo
“Eu tento aplicar os conceitos da minha profissão no jeito que eu me visto. Se estou com uma roupa cheia de detalhes, doso a mão nos acessórios, mas se estou como hoje, com roupas mais lisas, preciso de algo que chame atenção – como este colar. Gosto de comprar roupas em lojas multimarcas e também da Maria Filó, que tem tudo a ver com o meu estilo.” Érika Fiorillo, professora de Design, Programação de Produto e Visual da Universidade Positivo
“Jeans, camiseta e blazer é quase um uniforme e garante o visual casual chique que eu adoto para dar aulas. Isso, é claro, arrematado por bons acessórios.” Luciane Hilu, professora de Design da PUCPR e Universidade Positivo
“Na frente de uma turma de alunos a gente fica mais visível e, por isso, tudo tem de ficar mais longo e menos justo. Em resumo, a escolha da roupa para dar aula é sim consciente e necessária. Sempre estou de vestido, mas com meia grossa ou bota longa, como hoje.” Simone Landal, professora de História da Arte das universidades Positivo e Tuiuti
“A bata que estou vestindo pode ser usada como vestido. Não na universidade. E é isso que eu sempre preciso ter em mente quando escolho uma roupa para trabalhar. Gosto de usar roupas descontraídas, tenho um estilo, mas os excessos ficam todos fora da sala de aula. Camiseta e calça jeans também.” Myrian Del Vecchio de Lima, professora de Comunicação Social e Doutorado em Meio Ambiente e desenvolvimento da Universidade Federal do Paraná
“Sou um publicitário que dá aula e não um professor que trabalha fora da universidade. Dou graças em não precisar usar terno e gravata, mas não posso trabalhar com roupa de academia. Por isso, opto por jeans, camisa, camiseta, blazer, sapatênis ou All Star. Hoje mesmo estou de publicitário motoboy – com essa jaqueta de couro. Mas a vestimenta funciona como um código de conduta. Se o aluno usa boné, eu não uso. A gente interage. Mas eu como professor e ele como aluno. A roupa reforça isso.” Lipsio Carvalho, professor de Publicidade e Propaganda da UniCuritiba
“Uma roupa muito formal, às vezes afasta os alunos. Então na graduação, me permito tirar o paletó. Mas na pós você já está lidando com profissionais e, por isso, terno e gravata se tornam indispensáveis. O meu estilo para trabalhar é pensado sim. Quer ver? Para dar palestra sempre tenho um item vermelho, como uma gravata, para chamar a atenção e o restante é bem neutro.” Dario Paixão, professor de Turismo e coordenador da Escola de Negócios da Universidade Positivo
“Não sou ligada em moda, mas gosto de misturar coisas, dar um toque divertido à produção. Isso sem abandonar o trio básico de jeans-camiseta-tênis. Hoje estou de tênis Naus, calça e blazer Zara, camiseta de uma lojinha de São Paulo e bolsa de Buenos Aires.” Eliza Sawada, professora de Design da Universidade Positivo