| Henry Milleo / Gazeta Do Povo
| Foto: Henry Milleo / Gazeta Do Povo

A China, maior consumidor mundial de soja, parece estar longe de satisfazer seu apetite pelo produto. Somente para abril a previsão do Ministério do Comércio do país é que as importações somem 5,11 milhões de toneladas, acima das 3,84 milhões de toneladas compradas no mesmo mês do ano passado e ligeiramente abaixo das 5,69 milhões de toneladas adquiridas em março deste ano.

À medida que a colheita avança na América do Sul, mais especificamente no Brasil e na Argentina, os negócios da região com o gigante asiático começam a se intensificar. Paranaguá, principal porta de saída de grãos atualmente, tem 33 navios programados para carregar soja, o equivalente a 2 milhões de toneladas – o dobro da movimentação registrada em todo o mês de fevereiro. Maior parte das embarcações tem a Ásia como destino. As exportações brasileiras somam até o momento 9 milhões de toneladas. E a previsão é que neste ano o país venda para o exterior mais de 45 milhões de toneladas, o que dá ao Brasil a liderança global no fornecimento do produto, à frente dos Estados Unidos.

Compra acumulada

16,4 milhões de toneladas É o volume de soja que a China buscou no mercado internacional no primeiro trimestre deste ano. Maior parte do total foi adquirida nos EUA, mas a tendência é que a demanda migre para a América do Sul daqui pra frente.

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