
Se você é daqueles que não dão a devida importância aos recall s, seja não comparecendo à concessionária ou adiando o máximo possível para corrigir o problema , é bom rever essa postura. Ela pode colocar em risco a sua segurança e a dos passageiros que transporta. Situação que pode agravar se o seu veículo estiver na lista dos modelos equipados com os ‘airbags mortais’.
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Em 2013, veio à tona o defeito no dispositivo de abertura das bolsas infláveis fabricadas pela empresa japonesa Takata, fornecedora de grandes montadoras.
No ano seguinte, o problema ganhou proporções mundiais ao ser associado a mortes de usuários que dirigiam veículos equipados com o componente.
Consulte os modelos envolvidos nos recalls
Até o momento, foram 22 ferimentos fatais causados por fragmentos metálicos do insuflador, que acabaram projetados na direção dos ocupantes após uma colisão frontal de intensidade moderada ou severa.
Segundo noticiou o jornal The New York Times, dos Estados Unidos, as lesões seriam semelhantes a de facadas, uma vez que a morte de um motorista acidentado em um carro equipado com airbags Takata fora investigada inicialmente como homicídio, devido ao tipo de ferimentos encontrados no corpo do condutor.
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Atualmente, cerca de 55 milhões de veículos foram convocados ao redor do planeta para a verificação e possível troca do dispositivo.
No Brasil, o número ultrapassa a 2 milhões de unidades de diversas marcas, como Audi, FCA Automobiles (Fiat, Chrysler, RAM e Jeep), Ford, Honda, Mitsubishi, Nissan, Toyota e Volkswagen.
Deste total, apenas 800 mil atendeu à convocação. Não há prazo para comparecer à revenda. Em qualquer data, a montadora é obrigada a verificar e solucionar o eventual defeito apontado em recall.
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