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Velocidade

‘Rei da Subida’ crava novo recorde, mas chuva o impede de ir mais longe

Curitibano Maurício Neves faz o tempo de 2m42s93, 8 segundos mais rápido que o segundo colocado

  • Renyere Trovão
  • Atualizado em às
A chuva atrapalhou Maurício Neves de baixar ainda mais o recorde da prova. | Acir Andre/Curitiba Racing
A chuva atrapalhou Maurício Neves de baixar ainda mais o recorde da prova. Acir Andre/Curitiba Racing
 
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Novamente a experiência em rali de velocidade pesou a favor do curitibano Maurício Neves, que repetiu a edição anterior e cravou o menor tempo na Subida da Montanha, ocorrida neste domingo (29), na estrada para a Jazida Rio Bonito, em Campo Largo.

VÍDEO: Veja a volta vencedora de Maurício Neves na Subida da Montanha

A bordo do seu Peugeot 207 XRC, o pilotou cumpriu o sinuoso trecho de seis quilômetros em 2m42s93, cerca de 8 segundos mais rápido que o segundo colocado, o paranaense João Paulo Wodiani, que fez em 2m50s51 com um Subaru STi. Em terceiro, a menos de 1 segundo atrás, chegou o paulista Vitor Fischer, ao marcar 2m51s18 dirigindo um Mitsubishi EVO IX.

Apesar de baixar o recorde anterior, a intenção de Neves era pulverizar a marca em quase 10s e não em 3s como ocorreu. Porém, um pequeno erro na montagem da suspensão do veículo atrapalhou os planos. Ele havia capotado o carro no Brasileiro de Rali de Velocidade, há duas semanas, em Taubaté (SP).

A pancada foi tão grande que a equipe de Neves teve de refazer o veículo inteiro, já que o mesmo veículo foi usado em Campo Largo, com a diferença de que o motor de seis cilindros aspirado recebeu um kit turbo, que fez a potência saltar de 330 cv para 510 cv e com 60 kgfm de torque - a suspensão também foi adaptada para o piso de concreto.

Na reconstrução do carro, uma peça do semieixo foi montada invertida. “A homocinética dianteira quebrou e fiquei sem tração em uma das rodas (o Peugeot dele é 4x4). Na primeira freada da curva 4, o carro atravessou na entrada. Na curva seguinte, não consegui controlar o veículo direito. Até eu entender o que estava acontecendo e corrigir com freadas mais suaves e retomadas de aceleração mais progressiva, já havia desperdiçado a primeira chance”, conta o paranaense, que completou a primeira bateria em 2m49s40, mesmo assim 5 segundos mais rápido que o segundo melhor tempo da passagem inicial, de João Wodiani (2m54s00).

Na segunda tomada veio o recorde, mas era na terceira e última bateria que o campeão do Rally dos Sertões em 2007 esperava chegar a 2m36s, pelo menos. Porém, a chuva apareceu e ‘molhou’ a meta do competidor.

Frustração

O curitibano Gilmar Loepper Villella, 56 anos, que participava pela primeira vez da Subida da Montanha e foi personagem da matéria de apresentação da prova, também teve problemas na primeira passagem e não realizou as outras duas baterias.

Ele teve problemas com a terceira marcha logo na sexta curva e foi obrigado a subir em quarta marcha apenas para o completar o percurso. “A frustração foi grande, afinal foram dois meses de preparação para a disputa. Houve fadiga da engrenagem, que se soltou do eixo, pois participo bastante de track day com o seu Subaru WRX, de 250 cv. Não quis nem saber meu tempo no final”, salienta.

Pelo menos o filho de Villela, Luiz Gustavo (26 anos), salvou o dia para a família. Também com um Subaru WRX, ele fez o sexto tempo na classificação geral e o terceiro na sua categoria, a Street B, para carros de rua turbinados.

Volta campeã de Maurício Neves

O piloto gravou numa câmera on board a sua passagem que garantiu o novo recorde para a Subida da Montanha.

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