Mercado da bola: quem seu time está contratando para o Brasileirão
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Mercado da bola: quem seu time está contratando para o Brasileirão

Clubes do Brasileirão agitam o mercado da bola durante os estaduais. Veja os jogadores que estão na mira do seu time.
Clubes do Brasileirão agitam o mercado da bola durante os estaduais. Veja os jogadores que estão na mira do seu time.

O Brasileirão 2018 parou para a Copa do Mundo e só volta dia 18 de julho. Mas os clubes estão atentos no mercado da bola! O Brasil está fora do Mundial e é hora de se atualizar. Veja como seu time está se movimentando para se reforçar no segundo semestre. Atualizado em 9/7

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Abaixo as principais contratações e vendas dos clubes brasileiros para o Brasileirão de 2018. Você pode filtrar o vai e vem do mercado por time ou por status da negociação. O monitoramento é feito em tempo real e leva em consideração a confirmação do clube para decretar a contratação de forma oficial, a partir de março. A seleção do gráfico abaixo pode ser por clube ou status da negociação.


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5 motivos para acabar com os pontos corridos no Brasileirão

Nº 1: Justiça monetária

Pretensamente a maior vantagem dos pontos corridos seria sua suposta justiça. Afinal, não há mistério: todos jogam contra todos, quem faz mais pontos é o campeão. Então vamos falar de justiça em um campeonato em que times como Corinthians e Flamengo recebem mais de 100 milhões de direitos de tevê e Chapecoense e Sport recebem um quinto disso. Qual a justiça nisso? Vão disputar o campeonato em condições iguais? Desde que os pontos corridos foram implantados, somente os times com mais grana levaram o título, como o São Paulo, e o Fluminense com a grana da Unimed. Bahia, Coritiba, Atlético Paranaense campeões? Esqueça. Vitória, Bangu, Brasil de Pelotas, Londrina, entre os primeiros? Nunca mais. “Ah!”, dirão os coxinhas das tevês a cabo, “o campeonato por pontos corridos também premia os clubes melhor administrados, como o Cruzeiro”. O que nos leva ao segundo ponto.

Nº 2: Craque da rodada: o balancete financeiro

Que lindo, não? Um campeonato de futebol feito para premiar o time com a melhor estrutura FORA DE CAMPO, com o melhor centro de treinamento, que paga em dia os jogadores, que tem um marketing sensacional, um plano de sócios excelente, uma arena ultramoderna, superávit nas contas, e por aí vai. Tudo muito bonito. Mas preciso ser chato e lembrar a todos de que nada disso é futebol. Se vamos usar essa métrica para decidir o campeão brasileiro, vamos contratar uma auditoria, fazer um ranking dos clubes mais bem administrados e transmitir tudo ao vivo antes do Domingão do Faustão. Se bobear, vai dar tanta audiência quanto os tediosíssimos jogos do Brasileirão por pontos corridos naquela fase em que o campeão já tem 897 pontos de vantagem sobre o segundo colocado e ainda faltam 1.345 rodadas para terminar o campeonato.

Nº 3: É chato pra dedéu

“Todo jogo é uma final”, dizem os espertalhões, lembrando que a primeira rodada vale tanto quanto a última. Sim, mas vá explicar isso ao CORAÇÃO do torcedor. Não tem argumento racional que tire o sujeito de casa nas primeiras rodadas, quando ainda restam um trilhão de rodadas para o fim do campeonato.

Nº 4: Entreguismo, golpismo, neoliberalismo

Já aconteceu mais de uma vez. Em 2009, para prejudicar o Palmeiras, o goleiro Felipe, então no Corinthians, nem pulou na hora do pênalti em uma partida contra o Flamengo. Naquele mesmo ano, o Grêmio colocou um time de garotos para jogar contra o mesmo Flamengo no Maracanã na rodada final, para evitar que o rival Internacional fosse campeão (a vitória do Grêmio daria o título ao Colorado). A CBF, para evitar esse tipo de mutreta (lembram da história que os pontos corridos são justos etc. e tal?) foi obrigada a marcar todos os clássicos para a última rodada do campeonato. A medida, porém, já foi abandonada.

Nº 5: O Brasileirão não tem final

Essa mesma galera que considera a simples hipótese de acabar com os pontos corridos uma afronta pessoal, baba ovo para um evento chamado SuperBowl, que nada mais é que a grande final da temporada do futebol americano. “Ai”, exclamará o aflito defensor do “calendário racional no futebol brasileiro”, “nós já temos a Copa do Brasil, que tem final.” Legal, fera. Então vamos fazer mais um campeonato com final: o Brasileiro. Daí teremos dois. E vamos caprichar na final do Brasileirão. Vale até a CBF programar um show no intervalo, ou alguma frescura do gênero.