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Diário da política: Francischini não deve ir com Bolsonaro; Greca desmente que vá mal

Fica, Francischini
No caso da vitória, já quase certa a essa altura, de Jair Bolsonaro (PSL), qual será o destino de seu principal apoiador no Paraná, o Delegado Francischini (PSL)? Ministro? Presidente de Itaipu? Segundo quem o conhece, nada disso. Fica na Assembleia Legislativa mesmo. O destino seria a prefeitura de Curitiba em 2020.

Greca vai muito bem
Falando em prefeitura, o pessoal comissionado ligado a Rafael Greca (PMN) nega que ele tenha saído queimado da eleição, como afirmou a coluna nesta quinta, citando fontes de bastidores. Segundo o pessoal que é pago para manter a imagem do prefeito, ele vai muito bem em todos os aspectos.

Incomodados
Apesar desse espontâneo depoimento em favor de Greca, sabe-se que pelo menos um partido importante de sua base ficou incomodadíssimo com a atuação do prefeito. “Não estamos dizendo que ele vai perder apoios. Mas ele podia ter prendido os partidos, e perdeu a chance. Agora corre o risco de ver o pessoal ir para o lado do Ratinho”, diz um deputado.

Leia mais: O mundo todo sabe que Bolsonaro é um extremista perigoso. Menos o Brasil

Cadê a lei?
Enquanto não chega a próxima eleição, Greca tem de cuidar agora é da Lei de Zoneamento. O prefeito assumiu com um projeto pronto. Tirou de circulação para revisar e nunca mais a lei anda. Já são quase dois anos de espera. Depois não adianta reclamar da velocidade do antecessor, Gustavo Fruet (PDT).

Comissão
A governadora Cida Borghetti (PP) nomeou uma comissão para acompanhar os trabalhos da Operação Integração 2, da Lava Jato. Aquela que investiga a obra da PR-323 e que levou o braço direito de Beto Richa (PSDB), Deonilson Roldo, para a cadeia.

Montanha
Não para de subir a quantidade de dinheiro que Oriovisto Guimarães (Podemos) declara ter dado para a própria campanha. Uma semana depois da vitória, o senador eleito fez mais um depósito de R$ 127 mil, registrado na Justiça eleitoral. Com isso, já autodoou R$ 3,37 milhões.

Parou no teto
As doações do próprio Oriovisto responderam por 98% do que ele arrecadou na campanha. E só não entrou mais dinheiro porque o teto imposto pela lei não permite. O máximo estipulado para a disputa do Senado no PAraná em 2018 era de R$ 3,5 milhões.

Colaborou: Eriksson Denk

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