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Rumo à eleição: Alvaro se dá mal no museu; Requião bate duro em Ratinho

Não rolou
Não fez lá muito sucesso a visita de Alvaro Dias (Podemos) aos destroços do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. O candidato foi acusado de oportunismo e ainda teve de ouvir criticas in loco de admiradores de Jair Bolsonaro (PSL). Mas, claro, aproveitou para criticar o governo federal.

Requião x Ratinho
Roberto Requião (MDB) vem batendo duro em Ratinho Jr. (PSD). Agora, o motivo é a proposta de Ratinho de vender a Ilha das Cobras e o Canguiri, propriedades que atendem o governador. “Eu proponho ao Ratinho que ao invés de vender a reserva ambiental da Ilha das Cobras, suspenda os recursos fantásticos que a SBT de seu pai recebe do governo”, escreveu Requião.

Um milhãozinho
Nas suas primeiras entrevistas, Oriovisto Guimarães (Podemos) disse que não ia investir “um caminhão de dinheiro” para se eleger senador. O conceito parece mais maleável para quem tem R$ 239 milhões. Só até aqui, Oriovisto já doou R$ 1 milhão para a própria campanha.

E mais um
Além disso, Oriovisto deu mais R$ 1,25 milhão para a aventura presidencial de Alvaro Dias (Podemos). E destinou um troco para dois outros amigos. Ney Leprevost (PSD) levou R$ 50 mil para deputado federal. E Tercílio Turini (PPS), R$ 20 mil para estadual.

O Richa dos animais
Fabiane Rosa (PSDC) decidiu não sair candidata a deputada estadual. A defensora dos bichinhos fez um acordo com Marcello Richa (PSDB), que teria aceitado defender a causa. Mas não tem sido fácil para a vereadora defender sua escolha: nas redes sociais, Fabiane ouve de tudo um pouco dos desafetos de Beto Richa (PSDB).

Campeões?
Este parece um daqueles anos em que não é óbvio saber quem vai ser o campeão de votos para deputado federal no Paraná. Ney Leprevost (PSD), Christiane Yared (PR), Ricardo Barros (PP) e Gustavo Fruet (PDT) estão na briga. Mas nenhum deles gosta da pressão. Questionado sobre a possibilidade, Valdir Rossoni (PSDB) nega o favoritismo. “Não estou tão forte assim!”, diz.

Nada pior
O medo de parecer já eleito sempre ronda os candidatos. “As duas piores coisas que podem acontecer com um candidato é acharem que ele não tem chance ou que já está eleito”, dizia há mais de uma década Jorge Samek (PT).

Colaborou Eriksson Denk.

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