Cris Cyborg ganha cinturão e se emociona em visita a crianças com câncer
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Blog Luta Livre
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Cris Cyborg ganha cinturão e se emociona em visita a crianças com câncer

O cinturão é de papelão, mas o valor é imensurável para Cris Cyborg.

Em visita ao Hospital Erasto Gaertner na manhã desta terça-feira (18), a lutadora de 31 anos se emocionou a receber o pequeno símbolo de carinho dos pacientes da ala pediátrica do hospital.

A curitibana retribuiu com muita alegria e brincadeiras ao ensinar um pouco de artes marciais para os guerreiros que lutam diariamente contra o câncer. Nesse mesmo dia, o pai da atleta também começou a travar sua própria batalha contra a doença.

Aos 59 anos, Jurandir Venâncio Justino descobriu um tumor na bexiga.

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“Vim por acaso, por causa do meu pai. Procurei uma voluntária e perguntei se não podia ser voluntária também. Fui conhecendo as pessoas e acabei na sala da diretoria. Já fiquei sabendo do projeto do Erastinho e quero participar, ajudar. Quero trazer mais gente para ajudar a arrecadar dinheiro para a construção do hospital”, fala Cyborg, citando a obras para tirar do papel o primeiro hospital oncopediátrico do Sul do país, cuja inauguração está prevista para 2018.

“Temos de vir mais aqui [no hospital] para ver realmente o que é dar valor à vida”, completa a lutadora.

Agradecimento

A pequena Bárbara, de oito anos, foi uma das crianças que brincou com Cyborg. Ela operou recentemente para retirar um tumor ósseo na mão esquerda. Na manopla com a estrela do MMA, bateu forte com a direita, deu joelhadas e sorriu muito. Uma experiência inesquecível para a menina que sonha em ser médica para curar outras crianças.

“Uma visita dessas melhora tanto a autoestima das crianças, quanto dos pais. Uma pessoa conhecida como ela, que dispensa seu tempo para vir aqui ajudar, tem um valor imensurável”, agradece a mãe da garota, Élida Marcele Correia, que se emocionou ao saber da doença de seu Jurandir.

“Só posso dizer muita força e que ela e confie em Deus. Ele está em boas mãos, aqui é o melhor lugar possível para ele se recuperar. E a família é tão responsável pela recuperação quanto os médicos. Ela é uma mulher muito forte”, diz.

Fotos: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

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