Restaurantes

Brasil continua sem restaurante 3 estrelas no Michelin

O guia francês foi lançado nesta quinta-feira (28). O D.O.M, de Alex Atala, manteve as duas estrelas. 157 restaurantes de São Paulo e Rio de Janeiro foram premiados; veja a lista

por Da Redação, com Folhapress Publicado em 29/04/2016 às 10h
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Guia Michelin foto do Alex Atala ao lado de seu subchef no D.O.M, Geovane Carneiro.

Alex Atala ao lado de seu subchef no D.O.M, Geovane Carneiro. O restaurante é o único duas estrelas. Foto: Ari Kaye|Divulgação

Assim como na primeira edição do Guia Michelin Brasil, em 2015, nenhum restaurante do país conseguiu as tão sonhadas três estrelas do famoso guia francês na versão 2016. A edição brasileira do roteiro premiou restaurantes de São Paulo e Rio de Janeiro em uma cerimônia na quinta-feira (28) no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Somente o D.O.M, de Alex Atala, ficou com duas estrelas. 17 casas conseguiram uma estrelas e 30 receberam o título Bib Gourmand, dado aos restaurantes considerados bons e baratos, com menu completo por até R$ 90.

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Ao todo, 157 restaurantes foram premiados, 12 a mais que na primeira edição brasileira.

Ao longo de meses, inspetores (especialistas em gastronomia ou hotelaria treinados pela Michelin) visitam anonimamente mais de 500 casas, entre São Paulo e Rio, avaliando receitas com base em cinco critérios: qualidade de ingrediente, personalidade da cozinha, técnicas de cozimento e harmonia de sabores, custo-benefício e regularidade (no conjunto da refeição e ao longo do tempo).

Rodrigo Oliveira, que subiu uma posição no Michelin, ganha beijo de Roberta Sudbrack

Rodrigo Oliveira, com duas casas entre os premiados, ganha beijo da também premiada Roberta Sudbrack. Foto: Ari Kaye|Divulgação.

Levando esses aspectos em consideração, atribuem aos restaurantes uma-estrela (cozinha muito boa), duas-estrelas (cozinha excelente) ou três-estrelas (cozinha excepcional). Há ainda a categoria “bib gourmand”, de casas com “boa relação entre preço e qualidade”.

História

O guia gratuito para viajantes foi criado em 1900, na França, e passou a ter estrelas em 1926 – em 1931 o sistema foi aperfeiçoado para o que vigora até hoje. Depois da Europa, o guia “Michelin” seguiu para a América do Norte (2005) e Ásia (2007). A edição brasileira é a primeira da América Do Sul.

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Serviço 

MICHELIN – RIO & SÃO PAULO 2016

ONDE Livrarias, bancas de jornal e lojas de revistas

QUANTO R$ 80 (320 págs.); o aplicativo é gratuito

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Lista completa

2 estrelas

D.O.M (SP)

 

1 estrela

Attimo (SP)

Dalva e Dito (SP)

Eleven Rio (RJ) — novo

Esquina Mocotó (SP) — novo

Fasano (SP)

Huto (SP)

Jun Sakamoto (SP)

Kan Suke (SP) — novo

Kinoshita (SP)

Kosushi (SP)

Lasai (RJ)

Maní (SP)

Mee (RJ)

Olympe (RJ)

Roberta Sudbrack (RJ)

Tête à Tête (SP) — novo

Tuju (SP)

 

BIB GOURMAND

Anna (RJ) — novo

Antonietta Empório (SP)

Artigiano (RJ)

Arturito (SP)

Brasserie Victória (SP)

Bona (SP) — novo

Casa Santo Antônio (SP)

Ecully (SP)

Entretapas (RJ) – unidades Botafogo e Jardim Botânico — novo

Gurumê (RJ)

Jiquitaia (SP)

Le Bife (SP) — novo

Lima Restobar (RJ)

Marcel (SP)

Manioca (SP) — novo

Miam Miam (RJ)

Mimo (SP)

Miya (SP)

Mocotó (SP)

Oui Oui (RJ)

Petí (SP) — novo

Pomodorino (RJ)

Restô (RJ)

Riso Bistrô (RJ) — novo

Sal Gastronomia (SP)

Tartar & Co (SP)

Tian (SP)

Tordesilhas (SP) — novo

Zena Caffè (SP)

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