Receitas & Pratos

Testado pelo chef

Arroz doce negro

A chef Andrea Vieira, da A Casa de Antonia, avalia o produto e dá dicas de preparo

por Priscila Bueno, especial para a Gazeta do Povo Publicado em 13/05/2015 às 22h
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O cultivo deste grão data mais de 4 mil anos na China. Por ser considerado afrodisíaco, era chamado de “arroz proibido”. No Ocidente ele chegou há pouco tempo. A Camil oferece o item na sua linha Premium. Os grãos são pretos, curtos e arredondados. A textura é firme e ele é rico em proteínas e fibras, além de compostos antioxidantes, vitaminas E e do complexo B.

Arroz negro doce. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo

Arroz negro doce. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo

O produto foi testado pela chef Andrea Vieira, da A Casa de Antonia, em pratos salgado e doce. “Optei pela sobremesa porque ele ficou bem superior ao arroz branco”, conta. Ela diz que o ponto favorável nessa preparação foi que o arroz ficou macio, mas manteve sua forma. Porém, ele cozinhou por 45 minutos e depois, quando a chef acrescentou açúcar e leite de coco, foram mais 30 minutos. O leite de coco acrescentou sabor e a umidade necessária à sobremesa, visto que o grão não tem muito amido. “Como o sabor do coco poderia se sobressair, usei a baunilha para quebrar”, explica. A textura foi acrescentada pelas amêndoas tostadas que ela usou ao servi-lo.

A chef testou o produto também na versão salgada, em uma salada com quinoa vermelha e quiabo (receita www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet). “Quis brincar um pouco com as cores”, conta. Neste caso, foram 45 minutos de cozimento, o que resultou em grãos mais firmes. A chef conta que a maior dificuldade em preparações salgadas é que o produto não absorve sabores facilmente, por isso sugere o uso em saladas. O uso com outros grãos– como a cevadinha – ressalta o apelo de saudabilidade que o produto propõe.

Onde comprar

Principais supermercados. R$ 8,90 (250 gramas)

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