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contactless food delivery to customers home. Delivery service worker with thermal backpack quick delivering food at doorstep in quarantine from restaurant, supermarket or cafe . Online ordering food
contactless food delivery to customers home. Delivery service worker with thermal backpack quick delivering food at doorstep in quarantine from restaurant, supermarket or cafe . Online ordering food| Foto:

No dia 1º de janeiro de 2021, entrou em vigor na cidade de São Paulo a lei que proíbe o fornecimento de pratos, talheres e copos de plástico nos restaurantes e bares. A medida foi sancionada pelo prefeito Bruno Covas e tem como objetivo reduzir a geração de lixo na capital paulista.

De acordo com a regulamentação, estabelecimentos que descumprirem a lei podem ser multados em valores que variam de R$ 1 mil a R$ 8 mil. A regra também é válida para hotéis, padarias, clubes noturnos, buffets e eventos culturais e esportivos.

A nova lei ainda determina que todos os utensílios de plástico sejam substituídos por materiais biodegradáveis, reutilizáveis ou compostáveis. Segundo a Prefeitura de São Paulo, atualmente 16,9% de todos os resíduos que vão parar nos aterros públicos da cidade são plásticos.

Além de promover uma mudança no comportamento do consumidor, exigir a adequação dos estabelecimentos e criar uma maior consciência ambiental na população, a medida também está alinhada às principais tendências mundiais para a preservação do meio ambiente e já desperta o interesse de startups como a Turtle Box, que trabalha com uma solução logística sustentável para o setor de food service, oferecendo embalagens retornáveis.

“Como a lei é recente, muitos restaurantes de São Paulo ainda estão perdidos sobre que tipo de embalagem colocar no lugar dos descartáveis. Nós entendemos que a Turtle Box é a solução perfeita para eles. A embalagem é um fator de extrema importância para garantir uma boa experiência ao cliente. Ela tem que cumprir alguns requisitos mínimos, como proteger, manter a qualidade e garantir uma boa apresentação do prato. Nossa solução oferece tudo isso”, afirma Igor da Cunha Felix, um dos idealizadores da empresa.

Uma realidade mais sustentável

Leis como a aprovada em São Paulo abrem caminho para um futuro mais sustentável e com menos degradação ambiental. Iniciativas semelhantes já são adotadas em outras nações, como no Canadá e em países da União Europeia.

A eliminação progressiva do plástico é um dos principais requisitos para a construção de uma realidade mais ecologicamente correta.

“Entendemos que essa lei muda completamente a realidade dos restaurantes, que agora precisam procurar por embalagens que cumpram os requisitos e sejam sustentáveis. Portanto, nesse período de mudança, além de oferecermos nossas embalagens Turtle Box, também estamos dispostos a ajudar os estabelecimentos na transição”, explica Igor da Cunha Felix.

Conheça a Turtle Box

A Turtle Box é uma startup que trabalha com um modelo logístico no qual os restaurantes recebem gratuitamente as embalagens retornáveis e só pagam depois que elas são vendidas ao cliente final.

Neste sistema de logística reversa de embalagens de delivery retornáveis, a empresa fornece, coleta, higieniza e as retorna para os restaurantes parceiros, oferecendo uma solução ecologicamente correta e que melhora o fluxo de caixa dos estabelecimentos. A embalagem retornável da Turtle Box pode ser reutilizada cerca de 500 vezes. A startup faz parte do programa de aceleração Bom Gourmet Stage, que fomenta negócios inovadores do mercado de food service no Brasil. Para saber mais sobre a empresa, acesse o site oficial.

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