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Como armazenar e usar ervas frescas nos preparos do dia a dia

Você compra manjericão, hortelã e cebolinha e acaba usando apenas alguns raminhos? Confira essas dicas de como não desperdiçar temperos

por The Washington Post Publicado em 17/07/2019 às 09h
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Ervas frescas são uma das maneiras mais diretas e eficazes de elevar a culinária caseira simples a algo notável. Adicionar cebolinha em ovos mexidos, manjericão em saladas de tomate, raminhos de alecrim na frigideira para um bife ou uma pitada de salsa picada na manteiga para temperar uma anchova são bons exemplos. Também não dá para esquecer um raminho de hortelã-pimenta levemente macerado (para liberar seus óleos), como complemento para um gim tônica.

Foto: Tom McCorkle / The Washington Post

Alecrim, tomilho, cebolinha, estragão, dill, manjerona, orégano, hortelã, alguns tipos de manjericão, coentro, salsa… Por apenas algumas moedas (ou algumas horas de investimento, caso você tenha sua própria horta), é possível ter um suprimento de ervas frescas prontas para usar à vontade.

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Como usar ervas frescas nos pratos

Você compra um maço de ervas frescas mas acaba usando apenas alguns raminhos? A chave é pensar nelas – especialmente as de folhas macias – não só como acessórios para serem usados ​​em meras colheres de sopa. Use punhados – pense nelas como folhas verdes e use-as abundantemente.

Ao contrário das ervas de textura mais consistente, como alecrim, tomilho, orégano, manjerona e sálvia, as de folhas tenras são bem mais suaves (embora cheias de sabor e fragrância). Além disso, podem ser consumidas tanto cruas quanto cozidas. Nesse grupo, estão salsa, coentro, hortelã, manjericão, endro, estragão, cebolinha, cerefólio, verbena e lovage, entre outros.

Como fazer com que durem mais?

Primeiro, remova as ervas de embalagens plásticas e tire elásticos ou barbantes que possam danificar as hastes. Descarte folhas ou cabinhos murchos ou amarelados.

Depois disso, enrole os maços de ervas em toalhas de papel levemente úmidas e coloque as trouxinhas dentro de potes de plástico ou vidro. Criar um ambiente úmido ajuda a mantê-las frescas por mais tempo – lembrando que não devem estar molhadas ou encharcadas. Se você não for usar as ervas dentro de dois dias, verifique os recipientes com frequência e remova quaisquer raminhos recém-murchos ou amarelados, e refresque a toalha de papel úmida.

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Como lavar e secar?

Para lavar as ervas, separe os ramos e coloque-os em um secador de folhas (aqueles usados para salada). Lave com água fria e seque bem. Se você não tiver um girador de salada, molhe as ervas em uma tigela, escorra em uma peneira e, em seguida, seque delicadamente com um pano de prato limpo ou toalhas de papel. Evite cortá-las ainda úmidas.

Como aproveitá-las melhor?

Arroz Pillaf com salsa, coentro, hortelã, endro, estragão e manjericão. Foto: Tom McCorkle / The Washington Post.

Depois de fazer compras, faça um planejamento para definir o máximo de preparos em que consegue usar as ervas em questão. Ao considerar as possibilidades, lembre-se: as hastes, particularmente de coentro e salsa, são muito saborosas. Quando cortar as folhas, sempre inclua algumas hastes, a menos que você note que elas estão danificadas ou muito fibrosas.

Salsa, endro e nozes combinam muito bem para um molho pesto, por exemplo. Assim como coentro e amêndoas, manjericão e salsa com avelãs. Uma boa ideia é espalhar uma camada grossa em filés de peixe (como salmão) e assar em alta temperatura. Outra boa opção é espalhar ervas finamente picadas a uma massa básica de crepe. Por cima, espalhe um pouco de queijo fresco, adicione um toque de pimenta preta, depois dobre ou role. Intensifique adicionando uma camada fina de gravlax ou outro peixe curado.

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