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Churrasco 364 dias por ano: costelão em Curitiba fecha apenas um dia

Os colunistas da Baixa Gastronomia foram conhecer o costelão da Mateus Leme que só tem um defeito: o de não ficar aberto durante a madrugada. Veja o que eles escreveram:

por Rafael Martins e Guilherme Caldas, colunistas do Bom Gourmet Publicado em 31/10/2017 às 09h
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Cidade curiosa, Curitiba: é mais fácil encontrar aqui uma churrascaria aberta 24 horas por dia servindo costela que uma padaria. Mas a melhor casa do tipo, na opinião da Equipe Baixa Gastronomia (EBG), tem como único defeito não ficar aberta durante a madrugada: é o Costelão do Gaúcho, ali na Mateus Leme.

COSTELAO DO GAUCHO - Hugo Harada (16) 670

Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

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O dono, Tadeu Miola, um gaúcho descendente de italianos, trabalhou no primeiro costelão da cidade, no Hauer — este sim, um legítimo 24 horas. Seo Tadeu botou o próprio restaurante em 1989. Desde então, serve costela diariamente. E, se não o dia todo, quase o ano todo — a casa só fecha às sextas-feiras santas. Ele mesmo ainda cuida da churrasqueira e faz o corte da carne que vai à mesa.

Além da costela macia e úmida (recomendamos pedir uma fatia só por vez, para que a carne não esfrie), o segredo da casa são os acompanhamentos: a polenta frita rivaliza com as melhores de Santa Felicidade, o aipim frito está sempre crocante, e a cebola em conserva é uma coisa séria.

O clima da casa — com mesas longas e ladeadas por bancos inteiriços, de madeira — combina perfeitamente com a simplicidade da comida. Acompanhada de uma cerveja gelada, é para ogro algum botar defeito.

 

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