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Hack pela Gastronomia

Tudo que será assunto no Hack pela Gastronomia: conheça o trabalho dos embaixadores

  • PorIsadora Rupp, especial para o Bom Gourmet
  • 20/08/2020 11:52
hack-embaixadores
| Foto: Unsplash

O que era tendência no setor de food service, com mudanças e adaptações previstas para os próximos anos, de repente precisou se tornar realidade. E rápido, com o impacto da pandemia. Isso exigiu não só adesão à novas ferramentas ou modelos de negócios, como principalmente conhecimentos aprofundados sobre gestão, além de uma visão de futuro nunca antes imaginadas.

É pensando nisso que o Bom Gourmet realiza em setembro o Hack pela Gastronomia, que contará com a talks temáticos e um hackathon de cinco dias -- tudo gratuito. Para colocar de pé este evento 100% online, a plataforma vêm mobilizando toda a cadeia de alimentação fora do lar, a começar por seus embaixadores: Jussara Voss e Sérgio Molinari, que têm o nobre papel de auxiliar na curadoria dos temas e também no convite de grandes players do mercado, empresários e chefs reconhecidos, que atuarão tanto nos talks quanto como mentores do hackathon.

Sergio Molinari, fundador da Food Consulting, é um dos embaixadores do Hack pela Gastronomia. Foto: Divulgação
Sergio Molinari, fundador da Food Consulting, é um dos embaixadores do Hack pela Gastronomia. Foto: Divulgação

“Nosso mercado é carente de gestão, de estratégia, e de ter acesso a uma boa gestão, com ferramentas à disposição. E, da noite para o dia, veio uma Covid e chacoalhou tudo em um mercado muito fragmentado: o maior operador do Brasil, o McDonald’s, não representa nem 2%. O food service é formado por empresas predominantemente pequenas, e acaba acontecendo que, diferente de grandes varejistas, esses empresários familiares têm certa dificuldade de terem acesso à inovação” afirma o embaixador Sérgio Molinari, parceiro do Bom Gourmet Negócios e sócio-fundador da Food Consulting, uma das mais importantes consultorias do Brasil para o setor.

Molinari trará para o Hack pela Gastronomia grandes nomes nacionais de empresários do food service como Erik Momo, sócio da rede 1900 Pizzeria; Marcelo Fernandes, fundador e restaurateur da Gastronomia MF (Kinoshita, Attimino, Attimo per Quattro, Kura, Mercearia do Francês, Tradi); Marcos Livi, fundador e CEO da CGC (Companhia de Gastronomia e Cultura - Botica, Veríssimo, Quintama, Bioma Pampa, Officina Market, Napoli Centrale, C6 Burger, Distrito Urbano, Parador Hampel); Rodrigo Oliveira, diretor de food service da Linx; entre outros.

Para além da reflexão 

Na visão da embaixadora Jussara Voss, colunista do Bom Gourmet e uma das maiores especialistas em gastronomia do Brasil, a vantagem desse modelo de hackathon é a amplitude. “São vários dias de palestras e pensei em pessoas que têm um papel muito importante na gastronomia, e que se reinventaram em pouco tempo”, afirma.

Um dos exemplos que ela cita é o da chef Manu Buffara, que adaptou o seu restaurante, muito voltado para a experiência presencial, para algo que as pessoas pudessem continuar consumindo em suas casas. Além disso, ela destaca a iniciativa de Manu e outros chefs que se uniram em ações solidárias para ajudar quem mais precisa neste período de crise.

Jussara destaca ainda a importância de os participantes do Hack terem acesso a discussões mais reflexivas, que envolvem o sistema alimentar. Por isso, um dos talks abordará a Gastronomia Social e o papel dos profissionais da gastronomia dentro deste novo contexto que estamos vivendo, e trará como convidado o historiador e cientista político João Ferraz. “Esse é um tema delicado e que ficou evidente na pandemia: as diferenças sociais. Por isso é hora  de olhar cada vez mais para esses assuntos e para o seu produtor” afirma a embaixadora.

Mas os participantes podem se preparar também para abordagens bem práticas e focadas nos negócios. Vale lembrar que os talks serão online e terão acesso livre e gratuito. Confira alguns dos temas: “Gestão profissional para sobreviver a crises”, “Consumo pós-Covid: novas preferências e tendências”, "Ferramentas tecnológicas para se comunicar, se aproximar e fidelizar clientes”, “Redefinindo o espaço pós-pandemia: ambiente seguro para clientes e colaboradores”, entre outros (a lista completa poderá ser acessada no site no Hack pela Gastronomia a partir da próxima semana).

Uma grande rede colaborativa

Além dos embaixadores, o Bom Gourmet conta também com o apoio de parceiros relevantes da gastronomia e da alimentação fora do lar, que agora seguem junto neste compromisso de auxiliar o setor a superar a crise. Exemplo disso é o apoio da seccional paranaense Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-PR) e da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), do Fórum Tutano, do Instituto Laurent, do chef Laurent Suadeau, e de tantos outros que já aderiram ao movimento (confira no site do Hack pela Gastronomia quem já confirmou seu apoio).

Todo este esforço, de mobilizar o maior número de pessoas dentro de todos os elos do setor de food service, da indústria de alimentos aos estabelecimentos que atendem os consumidores, de grandes multinacionais a microempresários, é o que torna possível a criação do grande banco de ideias a que se propõe o Hack.

Seja atuando como fonte de informação nos talks ou na mentoria prestada às equipes durante o hackathon, ou até mesmo incluindo participantes e montando times para resolver os desafios, toda ajuda é valiosa.

Esta grande rede colaborativa será orquestrada especialmente durante os cinco dias de hackathon, e para isso o Hack pela Gastronomia usará um método diferente que costuma ser aplicado em eventos ligados apenas à tecnologia, como explica Ana Maia, cofundadora da Panic Lobster.

A plataforma da empresa, responsável pela operação do Hack pela Gastronomia, utiliza melhores práticas de metodologias ágeis para promover a cultura de inovação. "O nosso hackathon é como se fosse um laboratório do que acontece nas startups. Esse processo é chamado de sprint, que visa você aprender o mais rápido possível e com o menor custo possível, sobre características da sua solução que podem ou não funcionar na vida real. Os times participantes serão provocados a estressar ao máximo as suas ideias iniciais (geração de hipótese) e na sequência serão orientados a como produzir um protótipo para que possam, da forma mais rápida possível, oferecer algo a potenciais clientes. E com as opiniões coletadas com esses clientes, eles revisitam a ideia inicial e podem aperfeiçoar o seu produto (interação de produto). Por último, os times serão treinados para construir seus pitches.

Mais sobre o Hack 

Os talks temáticos serão realizados entre os dias 1º e 9, mesmo período em que poderão ser feitas as inscrições para o hackathon, que ocorre entre 12 e 16 de setembro. As melhores ideias serão conhecidas no dia 21 de setembro, mas todos os projetos ficarão disponíveis em um grande banco de oportunidades e ideias para que a cadeia de food service se desenvolva ainda mais neste momento desafiador.

O projeto, idealizado pelo Bom Gourmet, conta também com o apoio do Facebook Journalism Project (FJP), que, em parceria com o Centro Internacional para Jornalistas (ICJF), lançou um fundo de US$ 2 milhões para ajudar as organizações de notícias na América Latina durante a crise de Covid-19, do qual o projeto do Hack foi um dos escolhidos.

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Comentários [ 2 ]

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  • A

    Ari Hollaender

    ± 0 minutos

    Canal YouTube 'Foodservice com Sergio Molinari': https://www.youtube.com/foodservicecomsergiomolinari

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    • E

      Edilson francisco

      ± 5 dias

      Parabéns pela iniciativa

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