Como você se sentiu com essa matéria?

  • Carregando...
Segurança para clientes e colaboradores: confira as ideias do Hack pela Gastronomia para os espaços
| Foto: Lee Myungseong/Unsplash

Um dos grandes desafios enfrentados pelos estabelecimentos de alimentação fora do lar durante a pandemia foi em relação ao espaço de atendimento. Durante os períodos de restrição mais severa, muitos restaurantes, bares e cafés tiveram que fechar as portas e operar em delivery, mas mesmo com a reabertura fica a dúvida: como garantir um ambiente seguro tanto para os clientes quanto para a equipe de colaboradores?

Foi pensando nisso que o Hack pela Gastronomia do Bom Gourmet trouxe, entre as cinco categorias em que os participantes poderiam explorar suas ideias, a Categoria Espaço, em que os times poderiam propor soluções para o consumo de alimentos fora de casa, em estabelecimentos, salões, praças de alimentação ou eventos gastronômicos ao ar livre (seja em espaços privados ou públicos) mantendo a segurança sanitária e higiênica em espaços compartilhados.

A equipe Zero 15, que participou do hackathon entre os dias 12 e 16 de setembro, propôs uma ideia inusitada: um restaurante sem cozinha. O time - composto por Ana Carolina Oliveira Rodrigues Costa, Ana Gabriela Ganzer, Antoniele Rodrigues, Carolina Coppini de Lima, Fábio Murilo Q. M. Beraldo e Milena Almeida França -  propôs o Labirinto Verde, um labirinto de experiências focado nos clientes. “A nossa ideia é criar espaços modulares em espaços subutilizados na cidade, como o vão do MASP na cidade de São Paulo. Estes espaços seriam seguros para que pessoas possam consumir e compartilhar momentos agradáveis”, argumentou Ana Carolina, integrante da equipe, no pitch apresentado ao fim da maratona. Os alimentos seriam provenientes de estabelecimentos próximos, com entrega de até cinco minutos de deslocamento. As reservas para garantir acesso ao local seriam feitas por meio de um aplicativo e no local um dispositivo em cada mesa permitiria o pedido nos restaurantes da região cadastrados no sistema.

“Nós realizamos uma pesquisa e muitos donos de restaurantes gostaram na nossa ideia, achando que o canal poderia ser interessante”, argumenta Ana, que destaca que além de garantir a segurança (já que as mesas são separadas por barreiras físicas), o formato permite que os clientes tenham acesso a mais de um cardápio e que os estabelecimentos ampliem sua capacidade de atendimento além dos seus próprios salões. Para assistir ao pitch completo: https://hackpelagastronomia.paniclobster.com/equipes/15

Segurança alimentar na palma da mão
Além da solução desenvolvida no hackathon, outra ideia se propôs a resolver este desafio de Espaço, mas vinda de uma startup, a SizeUP. A proposta é um aplicativo que notifica e orienta os donos acerca das normas e rotinas de segurança alimentar. “Ele traz as rotinas de qualidade prontas para que o usuário aplique imediatamente no seu restaurante, possibilitando o controle da equipe através de atividades compartilhadas”, explica Barbara Moriel, da SizeUP, no pitch. O uso é gratuito até o limite de 10 rotinas, a partir deste número o valor de uso é de R$ 49,90/mês por usuário, e a startup justifica o investimento principalmente por praticamente eliminar a necessidade de se investir em consultoria em segurança alimentar. Assista ao pitch completo: https://hackpelagastronomia.paniclobster.com/startups/12231

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]