Prêmio Bom Gourmet 2018

Sabor Especial

Café

Conheça o melhor café de Curitiba eleito pelo Prêmio Bom Gourmet 2018

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PURE BLACK
the coffee.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

O café vencedor deste ano é um arábica especial da variedade Tupi com notas que lembram chocolate, acidez cítrica e um corpo denso e licoroso. O diferencial está na simplicidade e no cuidado com os grãos, cultivados a 980 metros de altitude no interior paulista. A cafeteria the coffee. foi inspirada no Japão e nas qualidades presentes em tudo por lá: simplicidade, pureza, minimalismo e perfeccionismo. O lema da cafeteria é: “o melhor Pure Black é sempre o próximo que será feito”. Preço: R$ 3,50.

Voto: Norman de Paula Arruda Filho e Anna Paula Amaral.

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>> O QUE É O PRÊMIO BOM GOURMET

 

Indicados

Foto: Priscilla Fiedler

Foto: Priscilla Fiedler

MOCCHA BLEND RED FOOT
BARISTA COFFEE BAR

Com uma dose de espresso, leite vaporizado e chocolate 70% Callebaut, o Mocha é servido em uma xícara baixa e de boca larga. Para equilibrar com o chocolate meio amargo, o café é feito com grãos do Centro Norte do Paraná, o Blend Red Foot, que tem como principais características a alta doçura, a acidez equilibrada e o perfil frutado e encorpado. Preço: R$ 8.

Voto: Mariana Bassetti.

Confira o serviço completo.

Foto: Ana Laums

Foto: Ana Laums

ESPRESSO DO BARISTA
BARISTA COFFEE BAR

O sucesso deste espresso está na oportunidade de provar cafés exóticos, de países diferentes ou edições limitadas. Neste ano, o Espresso do Barista já foi feito com grãos do primeiro Gesha produzido no Brasil, um café de origem africana e notas frutadas, e também da linha Café das Moças, café com tons f lorais e frutados feitos a partir de cinco microlotes produzidos artesanalmente só por mulheres do Paraná. Preço: R$ 15

Voto: Rodrigo Brenner.

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Foto: divulgação

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ESPRESSO BLEND RAUSE 2018
RAUSE CAFÉ

A principal característica deste espresso é o sabor doce e frutado, com acidez média de limão. O blend é feito com duas variedades de grãos, o Santa Inês e o Castanha. O primeiro consiste em um bourbon amarelo de processo natural, produzido na fazenda Santa Inês, em Minas Gerais. O segundo é um catuaí vermelho que passa pelo processo cereja descascado e é produzido no sítio Santa Rita, Espírito Santo. Preço: R$ 6,50.

Voto: Rogério Pereira.

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

FILTRADO DA FAZENDA BOM JARDIM
LUCCA CAFÉS ESPECIAIS E PÃES

O café se destaca pela doçura. Seu sabor lembra frutas tropicais, rapadura e mascavo. Por ser bem equilibrado, agrada facilmente e destaca-se como o café mais pedido entre os 32 microlotes que a casa oferece. Os grãos são produzidos na fazenda Bom Jardim, que fica no cerrado mineiro. O Lucca dispõe de vários métodos para filtrá-lo ao gosto do cliente, como Hario V60, Chemex, Aram, Aeropress, French Press, Clever e Kalita. Valor: R$ 15.

Voto: Cláudio Paciornik.

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Foto: divulgação

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CAFÉ COADO – MENU AMARELO
SUPERNOVA COFFEE ROASTERS

O menu amarelo geralmente traz um café mais ácido e complexo, com aromas mais ricos e atraentes quando em comparação às outras variedades oferecidas. São notas aromáticas que podem remeter a frutas e flores, assim como sabores mais doces, como caramelo ou mel. A proposta é fugir do convencional e, a cada mês, surpreender o cliente que pede este menu. Preço: R$ 7,75.

Voto: Bruna Bomfim. 

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Foto: Vinicius Kodama

Foto: Vinicius Kodama

MOCHA
ARGENTA CAFÉS

A bebida é uma versão do cappuccino tradicional servida com calda artesanal de chocolate belga 50%, sem açúcar ou gordura. O café usado é produzido no sul de Minas, na fazenda Sertãozinho, e torrado no próprio Argenta. A variedade Japy, de processo natural e acidez média, tem um perfil de torra que realça suas notas de casca de laranja e fava de baunilha. Preço: R$ 9.

Voto: Vinicius Cocchieri.

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Foto: divulgação

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CAPPUCCINO
KOPENHAGEN

Pedaços de chocolate ao leite Kopenhagen são derretidos pelo calor do café, que é extraído diretamente na xícara. Para finalizar são acrescentados o leite e duas colheres de espuma, além do chantilly. O cappuccino é servido com um acompanhamento à escolha do cliente: petit wafer, cookie ou pastilhas de menta. Preço: R$ 11, 50 ml e R$ 16, 150 ml.

Voto: Viviane Loyola.

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Bruna Bomfim
É designer de joias e fã da combinação café com pão artesanal. Acredita que um bom café desperta sentidos, traz aconchego e fica na memória.
Vinicius Cocchieri   
Diretor de marketing da Gianni Cocchieri e criador da marca Cocch. Café e pão fazem parte do seu menu diário — e graças à avó, o costume de terminar as tardes ao redor de uma mesa farta é sagrado.
Viviane Loyola
É arquiteta. Em seus projetos, sempre prioriza a integração entre a cozinha e a sala, por acreditar na gastronomia como fator que remete à casa cheia e à família unida.
Rodrigo Brenner
Co-fundador da Furf Design Studio, escritório curitibano premiado internacionalmente. Vê na gastronomia um reflexo da sua busca poética na vida por poucos, mas excelentes ingredientes.
Anna Paula Amaral 
Arquiteta e empresária, sócia da Duo Light. Quando pequena, fazia doces em casa e usava os pais e a irmã como cobaia. Hoje se dedica a experimentar todas as comidinhas que surgem perto da sua loja, no centro de Curitiba.
Mariana Bassetti
Estilista e sócia da Artha, marca especializada em looks de noiva e festa. A paixão por gastronomia permeia a história da marca, já que durante os seus três primeiros anos as araras de roupas dividiam espaço com um bistrô.
Rogério Pereira
Diretor da Biblioteca Pública do Paraná e fundador do jornal de literatura Rascunho, do qual é editor. Para seu filho Lorenzo, de 9 anos, a felicidade do pai dele mora dentro de uma xícara de café.
Cláudio Paciornik
O médico garante que um pão de fermentação natural, sem aditivos e químicos, junto ao perfume de um bom café, fazem um grande bem para a vida.
Norman Arruda Filho  
Presidente do ISAE – Escola de Negócios, conveniada com a Fundação Getulio Vargas (FGV) e parceira em projetos educacionais da ONU. Já experimentou os mais variados pães e cafés em suas viagens ao redor do mundo.

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