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NOVO CARDÁPIO

Café do MON tem coxinha de frango caipira

Sob comando do premiado chef Flávio Frenkel, café do museu aposta na produção caseira de embutidos e no café paranaense

por Bom Gourmet, com colaboração de Amanda Lüder Publicado em 06/10/2017 às 11h
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Em fevereiro deste ano, o chef Flávio Frenkelvencedor do Prêmio Bom Gourmet 2017 na categoria melhor catering com a empresa Anis Gastronomia— assumiu a cozinha do MON Café, no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. O chef paranaense reformulou o cardápio completo do estabelecimento, investindo em pratos produzidos artesanalmente e em produtores locais.

 O chef Flávio comanda a cozinha do MON Café desde fevereiro. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.

O chef Flávio Frenckel comanda a cozinha do MON Café desde fevereiro. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.

Todos os cafés são feitos somente com grãos de produtores paranaenses. Os preços partem de R$ 5,50, que é o valor do espresso de 60 ml. Ganha destaque o Café do Andersen (R$ 10), que leva espresso, mate natural, leite vaporizado, raspas de laranja e calda de caramelo.

Os sanduíches são feitos com pães de fermentação natural e embutidos produzidos no local. “Pastrami [carne bovina curada] e presunto, por exemplo, somos nós mesmos que fabricamos, sem adição de químicos, saborizantes e conservantes. É extremamente natural”, explica Flávio. São 24 opções de sanduíches, e todas levam cerca de 160 g de proteína.

Outra guloseima bem servida é a coxinha (R$ 9,50), que pesa 280 g e é feita com frango caipira assado. “Vendemos de 60 a 70 coxinhas por dia. Antigamente, eram de quatro a oito”, conta Flávio. Além disso, o MON Café serve bolos e salgados fabricados na casa, como o pão de queijo feito com queijo artesanal da Serra da Canastra (R$ 5). Entre os doces, bolo red velvet, torta de chocolate meio amargo e quindim. Todos saem por R$ 16 a fatia.

  • O Café do Andersen (R$ 10) leva espresso, mate natural, leite vaporizado, raspas de laranja e calda de caramelo. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.
  • O tradicional espresso custa R$ 5,50. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.
  • Presunto grelhado e ovo (R$ 26,90), com presunto artesanal defumado, grelhado e coberto com queijo appenzeller derretido, ovo frito, pão sourdough branco tostado, acompanhado de aïoli. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.
  • O Bresaola (R$ 26,90) leva posta branca curada por 120 dias coberta com muçarela de búfala derretida, tomates assados e rúcula no pão ciabatta grelhado. Acompanha aïoli. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.
  • Quiche Lorraine (R$ 10,50), feita com bacon produzido artesanalmente na cozinha do café e queijo emmental. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.
  •  A coxinha do MON Café pesa 280g e é feita com frango caipira assado. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.
  • A fatia de torta de chocolate meio amargo custa R$ 16. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.
  • A fatia de cheesecake custa R$ 14. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.
  • Uma das opções para almoço são as massas (R$ 27,90), que podem ser escolhidas entre tagliatelle, spaghetti e pappardelle. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.
  • Folhas com salmão grelhado (R$ 44,90), um mix de folhas variadas acompanhado de filé de salmão fresco grelhado com molho pesto. O  molho da salada pode ser mostarda e mel, iogurte com limão ou ervas com azeite de oliva. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.
  • Legumes grelhados (R$ 21,90), com legumes marinados (berinjela, abobrinha, pimentão vermelho e amarelo, abóbora e batata-doce, grelhados na chapa de ferro), temperados com azeite de oliva extra-virgem, alecrim, tomilho e salsinha. Acompanha focaccia grelhada coberta com ricota fresca e artesanal. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.

Almoço

O cardápio conta com opções de massas frescas fabricadas todos os dias no café, saladas e pratos do dia. A massa (R$ 27,90) pode ser escolhida entre tagliatelle, spaghetti e pappardelle. Entre as opções de molho, está o pomodoro, feito com tomates romanos cozidos com ervas por cinco horas, com um toque de manjericão fresco.

O almoço é servido das 11h30 às 18h. A escolha pelo prolongamento do horário, segundo o chef, é para atender a demanda daqueles que tem um horário de trabalho que não é fixo, além de turistas. “As pessoas tem uma opção no final de semana se quiserem almoçar mais tarde, o que é bem frequente”, frisa.

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Serviço

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