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Delivery mais rápido
Especialista explica ao Bom Gourmet o que os restaurantes devem fazer para tornar o serviço de delivery mais rápido e ágil.| Foto: Leticia Akemi/Gazeta do Povo/arquivo

O aumento da concorrência de restaurantes utilizando o delivery durante a pandemia fez os clientes exigirem um serviço cada vez mais rápido, e pesquisas de mercado confirmam isso.

Um levantamento recente da Galunion Consultoria, especializada em food service, apontou que 66% dos consumidores já desistiram de pedidos por causa do tempo de entrega, e 60% não voltaram a comprar em um local por conta de atrasos.

Ou seja, o tempo de entrega se tornou um dos principais responsáveis pela preferência dos clientes, junto do preço cobrado, da qualidade proposta e do serviço praticado. Esse conjunto de fatores na hora da compra já ganhou até um nome: quick commerce – ou simplesmente Q-Commerce.

O comércio rápido, em tradução livre, migrou dos marketplaces de produtos variados para os restaurantes na mesma velocidade com que o delivery de todos os tipos de culinárias passou a fazer parte do nosso dia a dia.

Mas, com desafios a serem enfrentados pelos empresários. Se antes era aceitável esperar até uma hora para receber o pedido, hoje em dia a tolerância dos clientes chega a no máximo 30 minutos -- um desafio principalmente para as pequenas operações que não tem muita capacidade para expandir a estrutura ou mesmo construir uma cozinha à parte apenas para o delivery.

Segundo Simone Galante, CEO da Galunion Consultoria, a pandemia provocou uma verdadeira revolução não apenas neste serviço, mas nos hábitos dos clientes.

“A dimensão do tempo é a revolução nesse quick commerce. Hoje, o cliente paga com dinheiro e com o tempo que ele quer destinar pro restaurante”, afirma.

Para ela, a adoção de tecnologias pode ajudar a otimizar o tempo dos processos na cozinha do restaurante e, até mesmo, melhorar a remuneração dos colaboradores. Para os pequenos operadores, é preciso investir para não perder clientes.

Já nas grandes redes, algumas começaram a cobrar inclusive uma taxa de tecnologia além da de royalties dos franqueados. Tudo para não perder clientes – e nem faturamento.

Em entrevista ao podcast Mercado Gastronômico, do Bom Gourmet Negócios, Simone Galante explica como vem acontecendo essa revolução e como os restaurantes podem adotar novas tecnologias no dia a dia. Acompanhe:

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