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Cafés Premium desbancam o pretinho básico de todo dia no varejo

Feitos a partir de grãos selecionados, linhas premium agregam conceito e qualidade desde o momento do plantio até à embalagem

por GPBC Publicado em 21/12/2017 às 10h
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Ele não é mais apenas aquele pretinho básico presente em todas as casas brasileiras. Cheio de estilo, encorpado e com aromas diferenciados, os cafés premium entraram no varejo para conquistar cada vez mais espaço e adeptos no mercado.

O Brasil é o quinto maior consumidor per capta de café do mundo. Só em outros quatro países a população bate esse recorde: Suécia, Nova Zelândia, Alemanha e Dinamarca. O brasileiro consome, em média, duas xícaras e meia de café por dia e há um crescimento no consumo de cafés de qualidade superior – ou seja, aqueles produzidos a partir de grãos mais selecionados. Só no segmento de cápsulas, a previsão da Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC) é que o consumo triplique em quatro anos. As pesquisas da ABIC também mostram que a busca por cafés  premium cresceu cerca de 3% ao ano no Brasil mesmo em meio à crise econômica no país.

Linhas Premium são cada vez mais procuradas pelos brasileiros. Fotos: Bigstock

Linhas Premium são cada vez mais procuradas pelos brasileiros. Fotos: Bigstock

Dentro desse contexto, a L’OR, linha francesa de cafés super premium da multinacional Jacobs Douwe Egberts (JDE) – mesma fabricante de marcas como Pilão, Damasco e Café Pelé –  trouxe para o mercado brasileiro, o Padrão Ouro em Café. São três produtos lançados inicialmente no mercado: L’OR Torrado e Moído (café em pó apresentado em três intensidades diferentes – Classique, Intense e Extra Fort – e produzido a partir de grãos selecionados provenientes  de micro lotes das melhores regiões produtoras no Brasil). A embalagem conta com um sistema exclusivo de fechamento para preservar o aroma e as características do café; L’OR Solúvel (que usa tecnologia de liofilização, a partir da qual os grãos são e transformados num extrato líquido de café e depois levados para uma estação de congelamento para manter o sabor e aroma); e L’OR Cápsulas (com seis sabores em cápsulas de alumínio compatíveis com máquinas de café Nespresso®* e que estão à venda nas grandes redes de supermercado). Todo o processo de seleção e industrialização dos grãos do Café L’OR acontece no Brasil, seguindo altos padrões de qualidade. Já as cápsulas de alumínio são produzidas na França.

Bom gosto

O gerente de shopper marketing da JDE, Emerson Pilla Guimarães, destaca que o brasileiro já tem uma relação consolidada com o café, mas vem aprimorando seu gosto pela bebida. “As pessoas gostam de tomar um bom café e cada vez mais buscam por qualidade. No país, existe uma relação afetiva com a bebida e agora elas podem encontrar este prazer na prateleira de seu supermercado”, comenta.

E para apresentar L’OR a este público, a JDE tem realizado diversas iniciativas de comunicação como publicações em revistas propagandas e degustações em lojas. Além disso, o varejo nacional L’OR realizou um inédito evento de harmonização de café no espaço gourmet da rede Festval de Supermercados, em Curitiba, coma presença de consumidores da rede e o especialista em cafés da JDE, Sebastião CAstro.

Segundo Castro, a linha de cafés L’OR é produzida a partir da seleção cuidadosa dos melhores grãos de café em todas as categorias, além de processos diferenciados de fabricação e embalagens inovadoras. Castro explica que, entre os diferenciais dos cafés gourmets, estão questões que envolvem desde o processo de plantio e cultivo, até a industrialização e embalagem do produto até chegar à xícara. “Mas vai muito além disso. São cafés que apresentam notas florais, cítricas, achocolatadas e frutadas ao olfato”, comenta.

Produto de valor

Para a chef de cozinha Claudia Krauspenhar, do Vin Bistro, os cafés e outros produtos gourmets trazem valor agregado ao produto devido ao processo de seleção e elaboração a que são submetidos. “Todo esse boom de produtos gourmets trouxe muitas coisas legais e que ajudam a evoluir o paladar das pessoas”, analisa. De acordo com Claudia, atualmente, a comida e a bebida deixaram de ter apenas o caráter funcional para se transformar em “experiências” para o consumidor, e o café se enquadra nessa nova configuração.

 

*Marca de um terceiro não relacionado a Jacobs Douwe Egberts BR Comercialização de Cafés Ltda.

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