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Pizzaria de Curitiba lança massa sem glúten servida em suporte de pedra-sabão

Na Rigani, aberta no fim do ano passado, há a opção no tamanho broto feita com massa de mandioca. Pedra ajuda a manter quentes as pizzas por mais tempo

por Priscila Bueno, especial para a Gazeta do Povo Publicado em 26/03/2017 às 15h
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Agora todos têm opção. A Pizzeria Rigani, aberta no Bigorrilho, além de oferecer pizzas com massa integral, totalmente orgânicas, agora serve sem glúten. O conceito é dos empresários Oneivo Bertussi e Larissa Bastos, que começaram em pizzarias em 2002, em Imbituva (PR), e depois Ponta Grossa, a 100 quilômetros de Curitiba. Em Curitiba, a casa, com  capacidade para 44 pessoas, abriu em novembro do ano passado e atualmente é a única administrada pelos sócios.  Rigani significa orégano, em grego.

Bertussi conta que a ideia era investir em um mercado maior e apenas em pizzas, até mesmo porque a intenção é abrir mais unidades. O cardápio da casa tem atualmente 76 sabores, entre salgadas e doces.

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Fotos: Guilherme Puppo/ Divulgação

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A ideia da pizza sem glúten e com massa de mandioca surgiu da necessidade de clientes que seguem uma dieta sem a proteína. No entanto, ele reforça que ela não é destinada a celíacos porque é manuseada em uma cozinha na qual se trabalha com farinha de trigo normal. “A receita ficou em desenvolvimento por dois meses seguidos. Como ela não tem elasticidade pela ausência do glúten, oferecemos no tamanho de 25 cm, a broto, e também não há a opção de borda recheada”, explica. O sabor, porém, não deve nada a uma pizza com glúten.

Pedra sabão

Todas as pizzas na Rigani são servidas em suportes de pedra-sabão para mantê-la quente por mais tempo. A espécie mais comum desta pedra no Brasil é a esteatita, também chamada de saponito. É uma rocha de cor verde ou cinza e muito macia. Ela foi bastante usada nas obras do Aleijadinho, já que é de fácil extração em Minas Gerais. Depois de assadas, as pizzas são colocadas sobre as pedras aquecidas e servidas assim à mesa. O calor absorvido pela pedra-sabão é liberado lentamente, mesmo após a fonte de calor ser desligada. Para não queimar as pessoas, fez-se uma proteção de madeira para a pedra. Aliás, uma madeira que não emite odores de cola e resistente ao peso e a altas temperaturas.

 

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No mês passado, a pizzaria já havia lançado outra novidade: a pizza 100% orgânica. São três sabores: com queijo Serra da Canastra e geleia de tomate, a marguerita que leva queijo Serra da Canastra e a frango orgânico com provolone. Os preços variam de R$ 40 (a broto, seis fatias) até R$ 60 (grande, com oito fatias).

Porém, os tomates orgânicos entraram na cozinha há tempos. Todo o tomate – e o molho feito na casa – é cultivado sem agrotóxicos. Até por conta disso, acredita Bertussi, uma das pizzas que mais têm saída é a marguerita (R$ 39, a broto, e R$ 59, a grande).

Outro sabores que agradam bastante são a brie com geleia de pimenta e damasco (R$ 58 e R$ 78), a pepperoni (R$ 48 e R$ 68) e as com mignon (a de mignon na mostarda custa R$ 58 e R$ 78). Entre as doces, a mais famosa é a banana nevada, com muçarela, creme de leite, banana, canela e suspiro (R$ 44 e R$ 64).

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Quem não abre mão das saladas, também as têm na pizzaria. A caprese e a mix de folhas, com molho de iogurte com manga custam R$ 28 cada uma.

A carta de bebidas tem cervejas e chopes, caipirinhas e drinks. Caso do Hazelnut Martini (com Frangelico, vodca e chocolate em pó, R$ 21) ou do Rigani (saquê, vodca, manjericão e hortelã, R$ 15).

Serviço:
Av. Vicente Machado 2.089, Batel – (41) 3343-7777. Tem delivery. Abre de terça a domingo, das 18h30 às 23h30.

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