Especialidades

Cerveja

O Vencedor

Morada Cia Etílica - Cupuaçu Brut

Um dos poucos rótulos de cerveja do mundo produzida pelo método champenoise (usado na elaboração de espumante). Este é o primeiro exemplar do estilo com adição de cupuaçu, uma fruta brasileira que traz ao método tradicional francês uma cara nova com um toque de tropicalidade, equilíbrio e elegância. O aroma e sabor frutado intenso do cupuaçu combinam a acidez marcante com as notas da refermentação em garrafa e do envelhecimento características do estilo. Resultam numa Bière Brut intensa, corpo leve e final seco, refrescante e de ótimo drinkability. O teor alcoólico é de 11,5%, uma versão champenoise da Cupuaçu Sour envelhecida em cave por 12 meses. Preço: R$ 120 (garrafa de 750 ml).

Onde: Loja na sede da cervejaria: Av. Manoel Ribas, 6.995, Santa Felicidade; Empório Manfré no Mercado Municipal de Curitiba e no Mestre-Cervejeiro.com e bares de cerveja artesanal.

Conheça os indicados da categoria

2º Lugar

Bodebrown - Hair of the bode carmenere

Quinze meses em barricas de carvalho previamente utilizados por vinhos da uva Carmènere fazem a cerveja adquirir características que remetem ao vinho. De estilo Barley Wine e teor alcoólico 11,7%, é uma produção bem maltada, com notas de uvas passas e dulçor típico de seu estilo. O processo garante um potencial de guarda de até 20 anos. Foi produzida de forma colaborativa com a norte-americana Hair of the Dog. Preço: R$ 43 (garrafa de 330 ml).

Onde: Em diversos bares de Curitiba e também em uma das torneiras da tap house da cervejaria, na R. Carlos de Laet, 1.015, Hauer - (41) 3020-4950.

3º Lugar

Morada Cia Etílica - Gasoline Sour

Campeã em 2017, ficou bem classificada no ano passado e tem se mantido entre as três melhores. É exclusiva no Brasil pelo conjunto incomum de características: ácida, amadeirada e com notas viníferas. A base é a Gasoline Soul, de malte caramelo e médio-baixo amargor. Dois anos em barris de carvalho francês de vinho do Porto a tornam mais ácida, frutada e seca. Passa do estilo tradicional escocês para um belga ultra complexo, o Flanders Red Ale. Preço: R$ 120 (garrafa de 750 ml).

Onde: Loja na sede da cervejaria: Av. Manoel Ribas, 6.995, Santa Felicidade; Empório Manfré no Mercado Municipal de Curitiba e no Mestre-Cervejeiro.com e bares de cerveja artesanal.

4º Lugar

Bodebrown - Hair of the bode

É uma cerveja de guarda, do tipo Barley Wine, inspirada na cervejaria norte-americana Hair of the Dog (especializada em vintage e Strong Ales), e com receita elaborada pelo fundador da marca nos EUA, produzida de forma colaborativa. Com teor alcoólico de 11,7%, adormeceu por 12 meses na garrafa produzindo aromas de malte, biscoito, frutas secas, ameixa, além de notas sutis de vinho do Porto. Tem potencial de guarda para 20 anos. Preço: R$ 43 (garrafa de 330 ml).

Onde: Em diversos bares de Curitiba e também em uma das torneiras da tap house da cervejaria, na R. Carlos de Laet, 1.015, Hauer - (41) 3020-4950.

5º Lugar

Ignoru’s Cervejaria - Pérola Negra

Produzida em colaboração com a Bastards Brewery, leva cerejas em calda e cacau em pó. O resultado é uma bebida forte e encorpada com notas destes dois ingredientes que se sobressaem e conferem complexidade ao produto. É sazonal, produzida uma vez ao ano e com lote limitado. Preço: R$ 25 (chope, 300 ml) e R$ 35 (garrafa de 310 ml).

Onde: Mais de 100 bares em Curitiba e região metropolitana - (41) 3562-1497.

6º Lugar

Ignoru´s Cervejaria - Berus

De estilo Berliner Weisse, conhecida por frisante do norte, tem adição de pitaya e framboesa, o que resulta em um produto leve, refrescante e delicadamente frutado. A acidificação é natural nos primeiros dias da produção, o que confere o sabor ácido característico do estilo. Após finalizada a fermentação são adicionadas as frutas para conferir complexidade ao conjunto. O teor alcoólico é de 3,5%. Preço: R$ 18 (chope, 500 ml) e R$ 23,90 (lata de 473 ml).

Onde: Mais de 100 bares em Curitiba e região metropolitana - (41) 3562-1497.

7º Lugar

Ogre Beer - Django Cigano

A carga de malte e as notas geradas pelo fermento belga trazem equilíbrio à receita. A base da seleção dos maltes, o uso de açúcares e a cepa de fermento vêm da escola cervejeira Belga, porém com uma abordagem inspirada na nova escola americana: a lupulagem intensa. Notas de grapefruit, coco, limão e especiarias estão presentes no aroma e no paladar. A sede cervejaria fica em São José dos Pinhais e não há atendimento ao consumidor. Preço: R$ 21 (chope, 500 ml) e R$ 25 (garrafa, 600 ml).

Onde: Chope: bares de cerveja artesanal como Wal Halla, Ca´dore e Shopping Jockey, O Pensador, Mr. Hoppy, Hop'n'Roll, Sirène, Red Face. Em garrafa: supermercados Angeloni, Empório Manfré, Armazém da Serra, Clube do Malte (e-commerce).

8º Lugar

Maniacs Brewing Co. - Yankee

A nova criação da Maniacs se rende à última tendência do estilo queridinho dos cervejeiros: New England IPA. Tem coloração dourada e turva, com aroma de fruta madura que remete a maracujá, tangerina e mamão. Tem amargor médio alto e encorpada e teor alcoólico de 7,5%. Leva lúpulos mosaic e galaxy, maltes pilsen e vienna, além de malte de trigo e aveia. Preço: R$ 30 (chope, 1 litro).

Onde: Av. Munhoz da Rocha, 1.049, Cabral - (41) 3084-9700.

Atende: De terça a sexta, das 17h às 23h; sábado e feriados das 11h às 23h; domingo das 11h às 21h.

9º Lugar

Maniacs Brewing Co. - Mad Maniacs

Cerveja dourada que abusa dos aromas frutados, tropicais e cítricos, estão presentes traços de abacaxi, pêssego, maracujá e grapefruit, todos marcando presença sem perder o equilíbrio. De estilo IPA, com notas maltadas que garantem o drinkability e deixam um agradável amargor no retrogosto. Tem adição de aveia em flocos e o teor alcoólico é de 5,5%. Preço: R$ 30 (chope, 1 litro).

Onde: Av. Munhoz da Rocha, 1.049, Cabral - (41) 3084-9700.

Atende: De terça a sexta, das 17h às 23h; sábado e feriados das 11h às 23h; domingo das 11h às 21h.

10º Lugar

Ignoru’s Cervejaria - Mutum Cavalo

Uma American IPA que leva malte de cevada, lúpulo e levedura. Tem sabor intenso e é bastante aromática. O teor alcoólico é de 7,4%. Os lúpulos americanos utilizados a tornam cítrica no aroma e no sabor, que remete ao maracujá. É o carro-chefe da cervejaria e referência em American IPA da região. Preço: R$ 18 (chope, 500 ml) e R$ 23,90 (lata de 473 ml).

Onde: Mais de 100 bares em Curitiba e região metropolitana - (41) 3562-1497.

Curador da Prova

Luis Celso Jr.

Jornalista, colunista do Bom Gourmet, consultor de cervejas e sommelier.
Júri Técnico

Jean Nascimento

Professor do curso de Sommelier de Cervejas da Universidade Positivo, juiz do Beer Judge Certification Program (BJCP) e cervejeiro caseiro.

Pedro Bianchi

Juiz de cerveja nível Certified do Beer Judge Certification Program (BJCP) e proprietário do Templo da Cerveja.

Bruno Guimarães

Juiz de cerveja nível Certified do Beer Judge Certification Program (BJCP) e proprietário da Cervejaria da Vila.

Ricardo Pena

Juiz de cerveja nível Certified do Beer Judge Certification Program (BJCP) e sócio fundador da cervejaria Neanderthal.

Luis Cláudio Damiati Theossi

Cervejeiro caseiro desde 2013, juiz BJCP nível Certified e bicampeão paranaense de cerveja feita em casa pela AcervA PR.

Lista de Jurados

André Santini Filho

Formado em Comunicação Institucional e escreve no blog Cwbeerfood sobre cervejas. Em 2018, participou do programa Perto do Fogo, do chef Felipe Bronze, sobre harmonização de carnes com cerveja.
Cervejas indicadas: Berus, Hair of the bode.

Nadya Romanowski

Jornalista e especialista em marketing, também é sommelière de cervejas pela Universidade Positivo. Atua como produtora de conteúdo especializado, treinamentos e eventos na área de cerveja artesanal desde 2013.
Cervejas indicadas: Cupuaçu brut, Django Cigano.

André Bezerra

Cronista de gastronomia, está sempre de olho em botecos e restaurantes. Além de usar o Instagram para contar histórias, escreve para diversos veículos especializados. É diretor da Monstro Animal e organizador do Comida di Buteco em Curitiba.
Cervejas indicadas: Hair of the bode, Mad Maniacs.

Cesar Augusto Leal

Sommelier pelo Instituto da Cerveja Brasil (ICB), mestre em estilos e especialista em harmonização. É coordenador regional do ICB, atua como consultor de cartas de cervejas, treinamentos e organização de eventos cervejeiros.
Cervejas indicadas: Gasoline Sour, Pérola Negra.

Emerson Ferreira

Mais conhecido como Morruga, é publicitário e cervejeiro artesanal. Começou a degustar rótulos especiais em 2004 e fazer cerveja na panela em 2016. Desde então, busca a harmonização de cervejas especiais com gastronomia.
Cervejas indicadas: Mutum Cavalo, Yankee.

A melhor entre as melhores

Pelo terceiro ano o Prêmio Bom Gourmet investiga o mundo da cerveja artesanal e elege os destaques do ano.


O movimento de valorização das cervejas artesanais é mundial, mas Curitiba soube aproveitar a onda. A cidade, que tem o título de capital da cerveja artesanal, é reconhecida pela inovação e credibilidade e pela criação mais livre e autoral. E essa ousadia curitibana veio em forma de prêmios. Embora não detenha o maior número de microcervejarias no Brasil, muitas das marcas mais premiadas no Brasil estão aqui.


Por isso, eleger a melhor cerveja de Curitiba é uma responsabilidade e tanto. O cenário, que cresce a cada ano, está repleto de produtos de alta qualidade. O processo para a escolha da melhor é cauteloso, envolve especialistas e jurados tecnicamente qualificados, que junto com o Bom Gourmet, embarcam nesta aventura de apontar a melhor entre as melhores.


Diferentemente das demais categorias do Prêmio, a seleção se divide em duas etapas. Na primeira, cinco especialistas convidados indicam dois rótulos de sua preferência – um grupo composto por hobbystas, conhecedores e entusiastas que têm afinidade com as cervejas, e pela experiência percebem as que se destacam e merecem reconhecimento. Não há restrições nesta fase, as indicações são livres, independente de estilo, sejam elas safradas ou sazonais, desde que tenham calendário fixo de produção e que a empresa elaboradora seja juridicamente constituída e credenciada no Ministério da Agricultura e Pecuária.


Dez rótulos foram indicados nesta edição, alguns novos, outros já reconhecidos no mercado. O seleto grupo passou, então, para a segunda etapa, sob o cuidadoso olhar do curador da prova, o jornalista, consultor e sommelier de cervejas Luis Celso Jr., colunista do Bom Gourmet. A criteriosa avaliação do júri técnico aconteceu numa prova às cegas (sem que os jurados soubessem quais rótulos estavam degustando).

Prova técnica

Para a degustação, amostras das indicadas na primeira etapa foram enviadas pelas cervejarias para o local da prova: a cozinha do Bom Gourmet, na sede da Gazeta do Povo. Latas, garrafas e growlers devidamente etiquetados ficaram sob refrigeração em local com acesso exclusivo aos organizadores. Para garantir o sigilo, durante a degustação, cada cerveja foi identificada por um número.


Foram cerca de quatro horas de prova e os juízes souberam no momento da degustação apenas o estilo de cada rótulo. Cada juiz atribuiu sua nota e, ao final da prova, elas foram ponderadas e uma única nota consensual foi registrada na súmula. Cinco jurados participaram da degustação às cegas e avaliaram cada rótulo conforme os critérios estabelecidos pelo Beer Judice Certification Program (BJCP), assim como ocorreu nos dois anos anteriores em que o Prêmio Bom Gourmet elegeu as melhores cervejas de Curitiba e região. O BJCP, além de certificar juízes para concursos de cervejas, fornece um guia que norteia as características ideais de uma cerveja, tais como aparência, aroma e sabor de cada estilo.


A cerveja que obteve a maior nota foi aquela que apresentou maior adequação aos critérios atribuídos ao seu estilo, e foi a vencedora. As demais foram classificadas conforme as notas que alcançaram na avaliação.

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