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Sanduíche uruguaio chivito chega à capital

No La Chiviteria, que fica no bairro São Francisco, versão tradicional da iguaria é feita com pão de hambúrguer, filé mignon, bacon, queijo , alface, tomate e custa R$ 15

por Priscila Bueno, especial para a Gazeta do Povo Publicado em 31/07/2014 às 03h
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O chivito da “casa” leva ovo cozido e um molho especial feito com pimentão vermelho. Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

O chivito da “casa” leva ovo cozido e um molho especial feito com pimentão vermelho. Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

Pão de hambúrguer, bife de filé mignon na chapa, bacon, presunto, queijo, alface, tomate, ovo cozido em rodelas, azeitonas picadas, molho especial e maionese. A lista de ingredientes traduz um clássico uruguaio, o chivito. E agora é possível provar a iguaria no La Chiviteria, que fica no bairro São Francisco em Curitiba.

O chivito (cabrito em espanhol) foi criado por mero acaso na década de 1940, pelas mãos de Antonio Carbonaro no bar El Mejillón, em Punta del Este. Cristiano Baladón, um dos proprietários (juntamente com Márcio Reinecken) do La Chiviteria, explica que certa vez uma turista entrou no El Mejillón justamente em meio a um blecaute e pediu algo para comer um sanduíche, de preferência com carne de cabrito. Sem luz, os proprietários do bar montaram com carne de boi e o serviram. A partir daí, foi um sucesso.

O que atrai no sanduíche são as camadas coloridas – e com diferentes texturas e sabores – que ficam aparentes quando ele é fatiado ao meio. “Cortamos da mesma forma que no sul do Uruguai”, explica Baladón. Ele conta que antigamente o ovo era frito. A versão cozida entrou mais tarde, apenas em algumas regiões do país vizinho. O item que não pode faltar é o bife de filé mignon. “No Uruguai, a carne é mais barata que o hambúrguer”, conta ele. Dentre as opções de combinação há três tipos de chivito: o tradicional (R$ 15), que não tem ovo cozido e presun-to; o da casa (R$ 18), com os itens que abrem esta reportagem (o molho especial é feito com pimentão vermelho) e o canadense (R$ 20), chamado dessa forma por conta da marca uruguaia de bacon, que leva ainda a maionese da família Baladon, que se assemelha a um salpicão.

Mas não é só chivito que há no cardápio do La Chiviteria. Outros sanduíches reforçam a tradição uruguaia. O húngara (R$ 10) tem linguiça fina defumada, servida com pão de cachorro quente especial e mostarda escura. O pão com croquete (R$ 10) leva um croquete feito de carne moída. O choripán (R$ 12) tem chorizo (linguiça defumada e temperada). O franguito (R$ 14), com filé de frango no lugar do mignon. Os vegetarianos têm a opção de trocar o mignon por um bolinho de grão de bico em todos os chivitos disponíveis.Também é possível pedir o chivito no prato (R$ 25) e o franguito no prato (R$ 22).  O acompanhamento ideal para o chivito, segundo Reinecken, é uma Norteña (cerveja uruguaia a R$ 17).

Há outras opções de cerveja, além de vinhos das uvas Tannat e Cabernet Sauvignon. Para arrematar a refeição, são duas sobremesas: a panqueca de doce de leite (R$ 8) e o alfajor com sorvete (R$ 8).

Sanduicheria tem capacidade para 60 pessoas sentadas. Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

Sanduicheria tem capacidade para 60 pessoas sentadas. Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

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Serviço

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