André Dussollier e Mathieu Amalric em cena do indefinível Ervas Daninhas | Divulgação
André Dussollier e Mathieu Amalric em cena do indefinível Ervas Daninhas| Foto: Divulgação

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Muita gente não gostou do nonsense de Ervas Daninhas(assista ao trailer e veja as fotos), filme do francês Alain Resnais que sucede Medos Privados em Lugares Públicos (2007). Nesta estranha comédia, o cineasta, um dos precursores da Nouvelle Vague, revisita, aos 87 anos, a iconoclastia que marcou seus primeiros filmes, cheios de interpretações possíveis, como Hiroshima, Mon Amour, de 1959, e O Ano Passado em Marien­­bad, de 1961.

Em Ervas Daninhas, Marguerite (Sabine Azéma) é uma dentista solteira, de cabelos muito crespos e vermelhos, que vai comprar um sapato caro em Paris e tem sua bolsa furtada na saída da loja. Georges (André Dussollier), um homem entediado com a vida e o casamento, pai de dois filhos, encontra os documentos da mulher e decide devolvê-la como um pretexto para iniciar, assim, uma história de amor.

No início, ele é rechaçado pela dentista, que se sente atraída por ele, mas teme sua perseguição. A partir daí, a história foge de qualquer motivação racional para revisitar escrachadamente alguns gêneros cinematográficos como o cinema noir, as história de amor e os dramas familiares franceses. GGG1/2

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