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Exposição

Carinho e afeto vindos de robôs

Artista curitibano abre mostra interativa com duas máquinas de dimensões humanas que retribuem o carinho recebido do espectador

  • PorIsadora Rupp
  • 12/03/2013 21:04
Robôs contam com dispositivos para responder estímulos de toque e luz | Henry Milléo/Gazeta do Povo
Robôs contam com dispositivos para responder estímulos de toque e luz| Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo

Mostra

Ensina-me a Te Amar

Museu da Gravura de Curitiba (R. Pres. Carlos Cavalcanti, 533 – Centro), (41) 3321-3269. Inauguração hoje, às 19 horas, junto com outras quatro exposições. Visitação de 3ª a 6ª, das 9 às 12 horas e das 13 às 18 horas. Sáb. e dom., das 12 às 18 horas. Entrada franca. Até 20 de maio de 2013.

Quando criança, o artista curitibano Jack Holmer costumava dar algum cansaço em seus pais: eles perderam a conta de quantas vezes surpreenderam o filho às voltas com os brinquedos desmontados. O pai, irritado com a sujeira deixada pelos papéis e tintas que o menino mantinha em um pequeno ateliê dentro de casa, comprou um computador para que ele desenhasse apenas virtualmente. Já adulto, Holmer uniu as três vertentes e passou a misturar a arte com a robótica aprendida na infância. O resultado de seus experimentos podem ser vistos a partir de hoje na exposição Ensina-me a Te Amar , que abre no Museu da Gravura.

VÍDEO: conheça os três espaços da mostra

Dividida em três salas, a exposição interativa aborda o vínculo entre o homem e as coisas. "A máquina não é mais fria. Hoje falamos em computador pessoal, o celular tem capa. Levamos o carro para lavar e encerar. É melhor assumir essa relação afetiva", acredita o artista, que criou dois robôs, de dimensões e proporções humanas, que retribuem o carinho recebido por meio de estímulos de som, luz e toque.

Ao abraçar a máquina, construída com proporções do corpo semelhantes às de um humano, o espectador sentirá, por exemplo, o barulho do coração dos robôs, que são uma evolução do que Holmer (que hoje também é professor da cadeira de Poéticas Tecnológicas da Escola de Música e Belas Artes do Paraná) construiu no seu projeto de doutorado. "Fiz um pequeno robô para levar em asilos, já que, às vezes, eles querem bichos de estimação, mas não podem ter por conta de alergias. É surpreendente a interação, e a relação afetiva é muito semelhante a que eles teriam com um pet", diz.

Dentro deste universo afetivo, o artista traz para a exposição, que foi selecionada pelo Edital de Ocupação de Espaços de Exposições dos Museus da Fundação Cultural, mais duas obras interativas. Planetárias apresenta criaturas virtuais que serão alimentadas e se reproduzirão por meio de cliques no mouse acionados pelos visitantes, o que lembra um jogo de videogame. Já a instalação Seres de Luz é composta por um painel de trezentos Tamagochis, bichinhos virtuais que foram febre na década de 1990, garimpados por Holmer na 25 de março, rua de comércio popular em São Paulo. A "sobrevivência" dos Tamagochis também vai depender da interação dos espectadores com a obra.

Outras mostras

Além do projeto de Jack Holmer, outras quatro exposições serão abertas hoje, dando início ao calendário 2013 do Museu da Gravura. Existe Azul Mais Bonito Que o Meu?, do artista pernambucano Júlio Leite; Impressões, de Pierre Lapalu; e O Desenhista, com quadrinhos de Ibraim Roberson, organizada em parceria com a Gibiteca de Curitiba. A nova programação inclui ainda Memórias e Estratégias de Circulação, com obras do acervo da Fundação Cultural de Curitiba. Estarão expostos trabalhos de Laura Miranda, Cildo Meirelles, Andy Warhol, entre outros.

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Cultura e Lazer | 2:32

O artista curitibano Jack Holmer mistura arte e robótica em mostra interativa que aborda o vínculo entre o homem e as coisas.

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