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cinema nacional

“O Caseiro”: um filme nacional de terror que mete medo

Menina é perturbada pelo que acredita ser o fantasma do antigo caseiro, que se suicidou na propriedade da família

Bruno Garcia interpreta um professor cético que é confrontado com um suposto fantasma. | Divulgação
Bruno Garcia interpreta um professor cético que é confrontado com um suposto fantasma. (Foto: Divulgação)

À exceção de José Mojica Marins e seu clássico personagem Zé do Caixão, o cinema brasileiro nunca teve uma tradição forte no terror. Entre uma tentativa e outra, é difícil lembrar algum filme nacional capaz de assustar. Já era hora de alguém quebrar essa escrita, ou ao menos tentar. Quem assumiu a bronca foi o jovem diretor Julio Santi, que conta uma história de fantasmas em seu segundo longa, “O Caseiro”.

A história foi escrita pelo próprio Julio, em parceria com o irmão, Felipe Santi. Davi (Bruno Garcia) é um professor de psicologia que estuda fenômenos sobrenaturais, sempre buscando explicações racionais e afirmando que fantasmas não existem. Um dia, uma jovem o procura pedindo ajuda. A irmã mais nova começou a apresentar ferimentos e a família acredita que o responsável é o fantasma do antigo caseiro, que se suicidou na propriedade.

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Final surpreendente

Julio conta que a ideia do filme surgiu em uma “conversa besta” com o irmão sobre filmes de terror. “Pensamos numa história que durasse um final de semana, sobre um cara que não acredita em fantasma, e que deixasse uma surpresa para o final. Aí nasceu a história de ‘O Caseiro’”, diz o diretor.

Além do final surpreendente, Santi lançou mão dos elementos que fazem um bom suspense: fotografia sombria, trilha sonora tensa e alguns sustos. “Eu não gosto de sustos gratuitos, prefiro priorizar o clima”, explica. Dessa maneira, “O Caseiro” acaba apostando mais no suspense psicológico do que no terror explícito.

Davi, o protagonista, não acredita em fantasmas. Mas e o diretor Julio Santi? “Eu nunca vi um fantasma. Mas ouvi várias histórias e acredito em todas. Ninguém pode provar que existe, mas também não dá para dizer que não existe”, afirma.

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