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Acordes Locais

Rock and Roll Celebration

  • Luiz Claudio Oliveira, luizs@gazetadopovo.com.br
Ao lado de sua nova banda, Zé Rodrigo lotou o Teatro Positivo no último sábado |
Ao lado de sua nova banda, Zé Rodrigo lotou o Teatro Positivo no último sábado
 
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TOPO

Pela quinta vez o músico Zé Rodrigo encheu o Grande Auditório do Teatro Positivo com um grande show temático. Depois de, em anos anteriores, já ter explorado as músicas de Sinatra e dos Beatles, desta vez, no sábado passado, ele comandou o show Rock and Roll Celebration, que vai virar disco, DVD e Blu-ray.

Para este espetáculo, dispensou a Soulution Orchestra pois o projeto necessitava de uma banda mais “wild” e assim convocou Rafaela Braga (vocal), Felipe Souzza (bateria), Thiago Forbeci (baixo), Marcelo Gelbcke (guitarra) e Aldo Bueno (guitarra e teclado). E ainda contou com as participações especialíssimas de Alcantara Junior (saxofone) e Indiara Sfair (Milk’n Blues, na harmônica, um dos pontos altos do show).

Desfilou uma lista de clássicos em que se destacaram “Don’t Let Me Down”, “Stand by Me”, “Sweet Child o’ Mine”, “Highway to Hell”, “Born to Be Wild” e “Live and Let Die”. Terminou com “Twist and Shout”, mas esta foi no calor do encerramento, não estava no programa e nem deve entrar no DVD/Blu-ray e CD, infelizmente, pois ficou bem divertido (quem sabe entre nos extras, vamos torcer).

Como acontece com bons shows, a gente sempre quer mais. Cada um tem alguma música que gostaria de ter visto/ouvido ali e que não foi tocada. Para mim, faltou mais do rock britânico.

Também achei que, talvez pelo clima, pela tensão de se estar gravando um DVD e Blu-ray, as performances foram um tanto quanto contidas, não encarnando o “espírito rebelde do rock”. Foi, seguramente, um show de

rock, mas de um jeito família, pianinho, mesmo em momentos com músicas mais “hard”. De toda maneira, não é qualquer um que tem o poder de colocar 2.279 pessoas para dançar e cantar no Teatro Positivo e isso tem sido natural, quase comum, para o Zé Rodrigo, o que não é pouca coisa. Parabéns a ele pelos 20 anos de carreira.

Setembro em chamas

O mês começou quente nesta Curitiba. A chapa está fervendo. Setembro está pegando fogo. E quem contribui para a alta temperatura é o multiprodutor, instrumentista, agitador cultural Marcos Gusso, o Coelho, com o projeto Setembro em Chamas. Ele abriu sua “toca-estúdio” para as festas de lançamento dos CDs que gravou dentro do projeto Garageira Curitibana, com patrocínio do Fundo Municipal de Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba.

A cada sábado do mês, uma festinha marcará o lançamento de dois CDs. O primeiro teve os lançamentos dos discos de Fabyote e Coeyote, dupla incrível formada por Fábio Elias e o próprio Coelho; e da banda Líricos Platônicos.

A Fabyote e Coeyote é rock em estado puro, sem muita frescura, que vai direto ao ponto. E também tem algumas baladinhas bem legais, com a vintage “Buscas em Vão”, que faz uma mistura de iê-iê-iê com brega (embora eu goste mais da levada de “A Vida É Igual”, que tem potencial para hit em qualquer rádio).

Dupla experiente que curte o que faz e faz o que curte. Fábio Elias na guitarra e vocais, Coelho no baixo e vocais e a presença no disco de Fabio Tupyrô na bateria e backing. O disco tem 8 músicas que podem agradar tanto a amantes do rock quanto a ouvintes de FMs triviais (que expulsaram o rock de suas programações).

Líricos Platônicos lançam um disco com 6 músicas. Começa com “Outdoor”, que já dá a ideia do som misturado da banda, que junta várias tendências, do rock oitentista, pós-punk e brasileiro ao hard rock, com pitadas do hip-hop. Letras com bom achados poético-musicais. Não sei se conta a favor ou contra, mas há jornalistas no grupo.

A Toca do Coelho é um estúdio que fica meio escondido, em um primeiro andar na Rua Saldanha Marinho, 1.220 e a festa de lançamento começa cedo (às 17 horas) e acaba cedo (às 22 horas). As bandas estarão presentes para quem quiser o devido autógrafo nas bolachinhas, que poderão ser compradas no local.

Mais uma rádio curitibana

O músico e produtor Rodrigo Ferreira do Amaral deixou a Rádio Música Curitibana (www.gazetadopovo.com.br/blog/radio-musica-curitibana), que havia criado, e fundou a Rádio Liga Curitibana (http://www.radioligacuritibana.com.br), que tem basicamente a mesma proposta da anterior – que agora está sendo tocada por Luciano Cordoni. Tomara que as duas disputem para ver qual vai ser a melhor (desde que não haja baixaria), pois assim a música de Curitiba só terá a ganhar com pluralidade e competência. Sucesso para ambas.

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