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Morre Michael Cimino, diretor que venceu Oscar por ‘O Franco-Atirador’

Ambiciosa produção sobre a Guerra do Vietnã levou cinco Oscar, incluindo os prêmios de melhor filme e melhor diretor para Cimino

  • Folhapress Web
O diretor Michael Cimino (à esquerda) orienta o ator Robert De Niro durante as filmagens de O Franco-Atirador, em 1978 | Divulgação/United Artists
O diretor Michael Cimino (à esquerda) orienta o ator Robert De Niro durante as filmagens de O Franco-Atirador, em 1978 Divulgação/United Artists
 
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Morreu neste sábado (2) o diretor, produtor e roteirista norte-americano Michael Cimino, conhecido por filmes como “O Franco-Atirador” e “O Portal do Paraíso”. Ele tinha 77 anos.

O anúncio foi feito pelo diretor do Festival de Cinema de Cannes Thierry Fremaux, através do Twitter. “Michael Cimino morreu em paz, cercado por sua família e pelas duas mulheres que o amavam. Nós o amávamos também”, escreveu. Até o momento, não existem mais informações sobre as circunstâncias de sua morte.

Cimino começou sua carreira nos anos 1960, em Nova York, como diretor de comerciais para a televisão. Em seu currículo constam clientes como Pepsi, United Airlines e Kool Cigarettes.

Em 1971, se mudou para Los Angeles, onde começou a trabalhar como roteirista. Logo chamou a atenção do astro Clint Eastwood, que o convidou para escrever “Magnum 44” (1973), o segundo da saga “Dirty Harry”. Eastwood também lhe deu a chance de dirigir seu primeiro longa, “O Último Golpe” (1974), cujo roteiro também é assinado por Cimino.

O triunfo permitiu que ele pudesse trabalhar em “O Franco-Atirador” (1978), uma ambiciosa produção sobre a Guerra do Vietnã. Estrelado por Robert DeNiro, Christopher Walken e Meryl Streep, o longa conquistou cinco Oscar, incluindo os prêmios de melhor filme e melhor diretor para Cimino.

O estrondoso sucesso de crítica e de público de “O Franco-Atirador” deu a Cimino carta branca para o desenvolvimento de “O Portal do Paraíso” (1980). A produção extrapolou o orçamento previsto e foi um fracasso de público e crítica, marcando a queda do estúdio United Artists e da carreira de Cimino.

Após “O Portal do Paraíso”, ele dirigiu mais quatro produções, encerrando sua carreira com “Na Trilha do Sol” (1996).

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