Em 2008, o espetáculo mostrou o "Natal Feito Criança" com Fulvio Stefanini | Pedro Serapio / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Em 2008, o espetáculo mostrou o "Natal Feito Criança" com Fulvio Stefanini| Foto: Pedro Serapio / Agência de Notícias Gazeta do Povo

Serviço:

Confira o serviço completo do Natal HSBC 2009

  • A atriz Ângela Vieira interpreta Estrela de Belém no Natal HSBC 2009
  • Claudia Malschitzky, Marcelo Velloso, Ângela Vieira e Leonardo Kehdi participam da coletiva de imprensa
  • Parte do coral se apresenta para a imprensa durante coletiva

Está tudo pronto para o que os organizadores prometem ser o ano mais rico em termos visuais desde o início do Natal HSBC. Em 2009, as 160 crianças de 11 instituições voltam às janelas do Palácio Avenida para mostrar os diferentes natais em vários países do mundo. As apresentações de Diferentes Natais Pelo Mundo, que começam no próximo dia 27 e vão até 20 de dezembro, sempre às 20h30 de sexta a domingo, trazem mais interação com o público, Ângela Vieira como convidada especial e muitas novidades.

"O espetáculo de Natal de Curitiba não deve nada a um da Broadway", disse o diretor de Marketing do HSBC, Marcelo Velloso, durante coletiva de imprensa realizada na terça-feira (24). Velloso conta que, entre as novidades para 2009, estão uma vitrine interativa e projeções feitas sobre o prédio.

A vitrine funciona com uma gravação de uma criança que interage com o público. A chamada "criança virtual" convida as pessoas a assistirem ao espetáculo, conferirem a agenda do coral e participarem do book digital, no qual é tirada uma fotografia do espectador, que é convidado a aparecer no book disponível para todos. O número de fotografias será revertido em presentes para as crianças no fim das apresentações.

As projeções são simulações de pessoas subindo no prédio do Palácio Avenida. "Tudo foi feito com segurança, gravado em estúdio. O efeito dá um toque cinematográfico e mais tecnológico ao espetáculo", disse Velloso.

Segundo o diretor geral do espetáculo, Leonardo Kehdi, em 2009 o primeiro andar do prédio se transforma em um presépio. Khedi afirma que desta forma a apresentação fica mais atraente para o público. Para ele, o evento não é apenas um coral, é um musical que, além de músicas, tem dramaturgia. "É como uma ópera popular, um desfile de escola de samba, só que parado. Há um enredo e a evolução desse enredo durante o show", disse.

Kehdi garante que em 2009 o público vai se admirar com os efeitos visuais do Natal HSBC. "Este é o ano mais rico em termos visuais desde o início". Ele conta que o espetáculo começa com duas crianças que se encantam com o Natal e pedem à Estrela de Belém, Ângela Vieira, que as leve para conhecer outros natais no mundo. A viagem começa com um show de cores, músicas e adereços. Cada país terá uma cor e canção diferentes. E as músicas serão cantadas na língua do lugar escolhido. Em "Diferentes Natais Pelo Mundo", as crianças cantam em português, inglês, espanhol e japonês. A diretora do Instituto HSBC Solidariedade, Claudia Malschitzky, afirma que todas sabem o que significa cada música. "Elas aprenderam o que cada canção significa para o país. As crianças cantam e entendem o que estão cantando", disse.

O coral infantil existe desde 1991. A expectativa de público é de 25 a 30 mil pessoas por dia. Segundo o diretor, mais de 500 pessoas trabalham na organização do espetáculo, entre policiais, bombeiros, equipe de produção e os "anjos", voluntários que acompanham as crianças durante os ensaios e apresentações.

Estrela de Belém

Ângela Vieira, convidada especial do Natal do HSBC 2009, interpreta uma Estrela de Belém que guia as crianças para uma viagem ao redor do mundo. Ela teve o primeiro contato com as crianças no sábado (21) e conta que ficou emocionada com o convite e com o talento dos pequenos. "Eu fiquei muito feliz por estar dentro desse evento e emocionada por poder reconhecer o talento dessas crianças".

A atriz, que participou de sua primeira peça de teatro em 1979 e atuou em diversos trabalhos na televisão, conta que também ficou nervosa com a expectativa de trabalhar direto com um público tão grande. "Eu estava nervosa, porque é um trabalho que eu nunca fiz, mas é a melhor emoção que um artista tem. A gente sente a pulsação daquelas pessoas na rua".

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