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Show

Pitty traz turnê do álbum “Setevidas” a Curitiba no sábado

Roqueira baiana se apresenta no Curitiba Master Hall

  • PorRafael Rodrigues Costa
  • 13/05/2015 17:36
Pitty, ao lado de Martin (guitarra), Guilherme Almeida (baixo) e  Duda Machado (bateria). | Daryan DornellesDivulgação
Pitty, ao lado de Martin (guitarra), Guilherme Almeida (baixo) e Duda Machado (bateria).| Foto: Daryan DornellesDivulgação

A turnê do álbum Setevidas, lançado por Pitty em 2014, chega a Curitiba neste sábado (16) com uma força incomum.

A cantora se apresenta no Curitiba Master Hall (R. Itajubá, 143) embalada pelo retorno bem-sucedido à formação da banda no ano passado, depois de cerca de dois anos dedicada ao duo folk Agridoce.

A pausa coincidiu com um período marcado por infortúnios para a artista, que só em 2013 perdeu o amigo Peu Souza (guitarrista que acompanhou a banda no primeiro disco), foi processada pelo ex-baixista da banda e ainda terminou o ano com um diagnóstico de hipotireoidismo.

Ao longo de 2014, Pitty recuperou a saúde e o entrosamento com a banda, viu Setevidas ser bem recebido pelo público e pela crítica e encontrou plateias cheias para suas apresentações.

É extremamente libertador poder transmutar mazela em arte. É o que salva, na real.

Pitty cantora

“[Foi] maravilhoso [voltar]”, conta a artista, por e-mail. “O tempo ajudou em todos os aspectos; a sentir saudade, a enxergar as coisas por novas perspectivas, a aprimorar minha relação com a música e com os fãs.”

Catarse

Com uma sonoridade mais pesada, que remete ao stoner rock e incorpora elementos inéditos no trabalho de Pitty, o novo disco –o primeiro de inéditas desde Chiaroscuro (2009) – também veio recheado de referências ao período pessoal turbulento da cantora. “Ainda tô aqui,viva / Um pouco mais triste / Mas muito mais forte”, canta, na faixa-título.

“Para mim foi catártico”, conta Pitty. “É extremamente libertador poder transmutar mazela em arte. É o que salva, na real.”

Para a cantora, os temas densos e a estranheza estética impressos no álbum são aspectos importantes mesmo para uma artista identificada com o mainstream.

Programe-se

Pitty

Curitiba Master Hall (R. Itajubá, 143), (41) 3248-1001. Dia 16, às 23h59. Ingressos de R$ 56 (meia-entrada) a R$ 406, de acordo com o setor.  Assinantes da Gazeta do Povo têm desconto de 50% válido para a compra de até dois ingressos. Mais informações no Guia.

“É [desafiador introduzir estes elementos na música popular], sempre foi, desde o começo. Nunca foi fácil abrir espaços em circunstâncias mais populares, porque isso às vezes exige uma adequação que acaba descaracterizando a coisa toda. O jogo é exatamente esse; tentar chegar ao maior número de pessoas sem sacrificar a arte”, diz Pitty. “Venho buscando esse equilíbrio desde o começo, tentando transitar por esses dois mundos e deixá-los o mais homogêneo possível.”

Além das faixas de Setevidas, Pitty – acompanhada por Martin Mendonça (guitarra), Guilherme Almeida (baixo) e Duda Machado (bateria) –deve incluir seus maiores sucessos no show, adaptados para a sonoridade do novo trabalho.

Cena

Cria do rock brasileiro em seus momentos mais inventivos dos anos 1990, Pitty considera o cenário de hoje propício para este tipo de experimentação (embora não faltem avaliações pessimistas sobre o lugar ocupado pelo estilo na paisagem musical do país).

“Acho que estamos num momento aonde o rock encontrou seu nicho na internet e em mídias alternativas de forma bastante sólida, e esse é um encontro natural a meu ver. Porque precisa dessa liberdade, de não fazer concessões, para que a coisa seja verdadeira. Mas, ao mesmo tempo, acho importante ocupar espaço na grande mídia quando isso é feito de forma honesta, porque se fala para todo um outro contingente de pessoas através desses veículos”, escreve Pitty. “Surgem novas bandas a todo momento, quem realmente se interessa sabe onde buscar e como conhecê-las.”

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