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Curitiba

Zombie Walk: mortos-vivos dominam Curitiba

Participantes caminharam até a Praça Santos Andrade e depois seguiram para as Ruínas do Alto São Francisco. Caminhada terminou por volta das 15h30

  • Fernanda Leitóles e Osny Tavares
  • Atualizado em às
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Vida e Cidadania | 8:42

Zombie Walk: mortos-vivos invadem ruas de Curitiba

A edição 2012 da Zombie Walk reuniu cerca de duas mil pessoas no Centro da capital. A marcha dos mortos-vivos contou com zumbis de noivas, palhaços, barbie e até cachorro.

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Milhares de curitibanos e turistas participaram do Zombie Walk, no Centro de Curitiba, na tarde de domingo (19). Fantasiados de mortos-vivos, os participantes caminharam até a Praça Santos Andrade e depois seguiram para as Ruínas do Alto São Francisco. O evento estava marcado para as 13 horas, porém, teve início às 14h15.

A concentração ocorreu na Praça Osório. Por volta das 14h50, o grupo chegou à Praça Santos Andrade. Os zumbis dançavam ao som de "Thriller", de Michael Jackson, por volta das 15 horas, e depois foram para as Ruínas.

A caminhada terminou por volta das 15h30 e os zumbis curtiam o show da banda Rádio Cadaver, por volta das 15h35. A programação inclui ainda a apresentação de Mary Lee & The Sideburn Brothers.

Evento

A caminhada dos zumbis faz parte da programação do carnaval alternativo de Curitiba. Confira outros eventos da 13.ª edição do festival Psycho Carnival.

Duas mil pessoas eram esperadas na Zombie Walk. Esse é o quarto ano em que a caminhada dos mortos-vivos ocorre durante o carnaval - outras três edições foram realizadas fora do feriado.

A organização pediu aos zumbis que levassem um quilo de alimento não-perecível. Os mantimentos arrecadados serão doados ao Pequeno Cotolengo do Paraná.

"Não somos anticarnaval. Queremos proporcionar uma alternativa", afirmou Welligton "Docca" Soares, um dos organizadores do evento.

Como de costume, os participantes capricharam na produção. Alusões a sangue não faltavam. As estudantes Thalita Marques, 15 anos, e Flávia Rodrigues, 16 anos, utilizaram mel, corante vermelho e achocolatado para produzir o falso sangue das fantasias. A produção contou ainda com roupas velhas, que foram rasgadas e tingidas.

Mortos-vivos em família

Famílias participaram do Zombie Walk, no Centro de Curitiba. Uma delas era a do autônomo Ricardo Tormesi, de 36 anos. Ele levou a esposa, a cunhada e os três filhos (duas crianças de 7 anos e um bebê de 1 ano e meio) para o carnaval alternativo. A produção teve início às 9h30 deste domingo, porém, há semanas eles preparavam os figurinos. “Somos roqueiros e o Zombie Walk tem tudo a ver conosco”, afirmou Tormesi. Esse é a primeira vez que a família participa da caminhada dos mortos-vivos.

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