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| Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

Tradicional dia de reivindicações e celebrações de centrais sindicais, o Dia do Trabalho, que acontece na próxima terça-feira (1.º), também terá uma passeata pró-Lula em Curitiba, conforme informou a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Segundo a organização, que promete reunir as principais centrais sindicais na cidade, o grupo de manifestantes sairá do entorno da sede da Polícia Federal (PF) em caminhada até a praça Santos Andrade. Na praça, deve acontecer um ato pela liberdade do ex-presidente e volta dos direitos trabalhistas, como explica a descrição do evento no Facebook.

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De acordo com a CUT, antes disso, caravanas vindas de outras cidades serão recepcionadas no acampamento na manhã de terça-feira. Todos os manifestantes devem participar das atividades habituais em frente à PF – como o “bom dia, Lula” , a partir das 9h, e logo em seguida partir em direção à praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba, que terá programação a partir das 13h.

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Além de falas dos presidentes das centrais sindicais, a CUT afirma que o ato na praça contará com shows de artistas locais a serem confirmados, e, em seguida, de artistas nacionais como Ana Cañas, Renegado e Beth Carvalho.

Bloqueios trânsito

O percurso da passeata, que totaliza cerca de 8 km, ainda não foi traçado pela organização, mas deve causar interdições no trânsito de pelo menos sete bairros da cidade.

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A Superintendência Municipal de Trânsito (Setran) já se posicionou sobre as interdições no entorno da praça Santos Andrade por causa do 1º. de maio. De acordo com a pasta, serão feitos bloqueios no cruzamento entre a rua Conselheiro Laurindo com Alfredo Bufrem e também com Marechal Deodoro, e no cruzamento entre a rua XV de Novembro e a rua Tibagi. Sobre a passeata, enquanto isso, a Setran afirma ainda não ter recebido nenhum aviso da organização do ato.

Já a Polícia Militar (PM) ainda não divulgou em quais trechos estará atuando no dia dos eventos.

Atos sindicais também estão programados para acontecer em pelo menos outras oito cidades do Brasil, mas o objetivo das centrais sindicais é procurar concentrar o máximo de manifestantes possível em Curitiba.

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