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Surto

Litoral do PR tem quase 500 casos de alergia provocados por mariposas

Foram feitos cerca de 325 atendimentos em apenas um dia.

  • PorFelipe Raicoski, especial para a Gazeta do Povo
  • 28/11/2017 17:00
 | Reprodução/Wikimedia Commons
| Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Um surto de casos de alergia provocado por mariposas preocupa as autoridades de Paranaguá, cidade do Litoral do Paraná. Nesta segunda-feira (27), 325 pessoas, 20 delas crianças, procuraram atendimento na Unidade de Pronto Atendimento da cidade devido à alergia cutânea provocada pelo ‘pó’ liberado pelo bicho quando ele bate as asas. No domingo, foram 100 atendimentos do tipo.

Leia também: Surto de alergia por mariposas tem 120 novos casos de terça para quarta

A preocupação das autoridades da cidade litorânea com o número expressivo de casos é devido aos medicamentos, já que a maior procura faz com que a medicação da unidade de saúde esteja em níveis baixos. Nenhum caso mais grave, quando a alergia atinge os olhos ou áreas do nariz e boca, foi registrado. O município alerta que não há falta de remédio antialérgico em Paranaguá, mas que o estoque está baixo. A Secretaria de Saúde da cidade solicitou à Regional de Saúde do estado e recebeu reforço das cidades de Pontal do Paraná e Matinhos.

Como são atraídas pela luz, as mariposas acabam entrando em casas e ambientes iluminados. Com o bater das asas, a cantaridina, que é a substância alérgica que forma o pó da mariposa, é liberada. Quando a substância entra em contato com a pele, causa irritação.

Em seu site, a prefeitura de Paranaguá destaca cuidados que as pessoas devem ter para evitar problemas com os bichos, já que as mariposas estão entrando na fase de alado, em que ganham as asas, ciclo que dura em média 60 dias. “Essa fase dura entre 40 e 60 dias, então estamos entrando em um período preocupante. É preciso que as pessoas tomem cuidados, e vamos distribuir uma cartilha com esclarecimentos e informações”, contou a superintendente da Vigilância em Saúde de Paranaguá, Meirielle Zanicoski de Araújo.

Fechar portas e janelas durante o entardecer, apagar as luzes externas da casa, não ficar sob postes ou fontes de luz, não varrer quintais e calçadas e lavar as mãos estão entre as principais medidas para evitar possíveis reações alérgicas provocadas pelas mariposas.

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