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Piraquara

PM leva religiosos a local de confronto onde homem morreu e policial ficou ferido

  • PorCom informações da Tribuna do Paraná
  • 04/10/2019 14:42
Tenente-coronel Arildo Medeiros Dias, comandante do Batalhão da Guarda, foi junto com religiosos na comunidade da Vila Ipanema, em Piraquara.
Tenente-coronel Arildo Medeiros Dias, comandante do Batalhão da Guarda, foi junto com religiosos na comunidade da Vila Ipanema, em Piraquara.| Foto: Soldado Luciano Ferreira / Polícia Militar

O comando da Polícia Militar (PM) tomou uma atitude inusitada nesta sexta-feira (4). Uma equipe voltou ao local de um confronto no bairro Vila Ipanema, em Piraquara, região metropolitana de Curitiba, em que uma pessoa morreu e um policial ficou ferido no último dia 30 durante a reintegração de posse de um terreno. Junto com os policiais estavam dois pastores e um padre, voluntários da Capelania da PM, para levar conforto à comunidade local.

No último dia 30, durante uma reintegração de posse, um homem morreu e um PM ficou ferido em uma troca de tiros. O morador de um terreno que deveria ser desocupado por decisão judicial não acatou a intimação entregue pelo oficial de Justiça e atirou contra a equipe policial que acompanhava a ação. No confronto, o morador morreu e o policial foi encaminhado pelo helicóptero da PM em estado grave para o hospital.

O confronto foi nos fundos do Colégio Estadual Dr. Gilberto Alves do Nascimento – nenhum aluno, professor e funcionário da escola ficou ferido. O colégio, aliás, foi um dos locais visitados pelo comandante do Batalhão de Polícia de Guarda, cuja sede é na cidade, tenente-coronel Arildo Medeiros Dias, junto com os religiosos.

A intenção do comando é se solidarizar tanto com a família do homem morto quanto do policial, bem como com a toda a comunidade. “O policial militar tem a missão de proteger os inocentes, além de estar em sintonia com a comunidade a que serve”, ressaltou o tenente-coronel na visita.

O morador que se negou a cumprir a ordem de desocupação e atacou a PM tinha problemas psicológicos há pelo menos 15 anos, desde que o pai faleceu, segundo os vizinhos. Segundo a PM, tratava-se de uma pessoa reclusa, que não atendia ninguém a não ser a esposa e o filho. “Se não fosse a ação do policial que atirou, poderia ter havido mais mortes, tem uma escola aqui do lado”, aponta o comandante.

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