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Problemas após problemas

Trapiches da Ilha do Mel: “A solução é precária, mas nunca deixou de funcionar”, diz gestor

  • PorAngieli Maros
  • 26/09/2019 21:25
A situação do trapiche da Praia de Brasília é uma das mais problemáticas
A situação do trapiche da Praia de Brasília é uma das mais problemáticas| Foto: Felipe Andrews/Colaboração

Denunciada há tempos, a fragilidade exposta dos trapiches da Ilha do Mel, no Litoral do Paraná, chegou ao seu limite no último dia 17 de setembro, quando a escada de concreto da estrutura da praia de Encantadas desabou e quebrou a perna de uma turista do Mato Grosso do Sul. Ao invés de boas recordações de um dos pontos turísticos mais importantes do estado, a mulher levou para casa a dor e a cicatriz de uma cirurgia feita em Paranaguá para corrigir a grave fratura no fêmur e na tíbia — da qual, até esta quarta-feira (25), ela ainda se recuperava internada em um hospital de Campo Grande, para onde viajou no sábado (21) em uma ambulância simples.

Apesar de ser a mais grave, não foi a única tragédia nos trapiches da ilha até agora. Em outubro do ano passado, em outro ponto da ilha, outra turista levou 29 pontos na perna depois de cair do trapiche da praia de Brasília, que, mesmo após uma reforma que custou aos cofres públicos R$ 374,2 mil, cedeu quatro vezes entre agosto de 2018 e junho de 2019. Um dos desabamentos foi na véspera de réveillon.

Neste intervalo pouco menor do que um ano, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) cobrou respostas e a Marinha chegou a interditar parcialmente a estrutura – substituída emergencialmente em julho pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). "Embora não seja o ideal, é uma solução precária que a gente deu e temos consciência disso, é uma solução que estava ali enquanto viria a construção dos novos trapiches", rebateu o engenheiro José Luiz Scroccaro, presidente do Instituto das Águas do Paraná, órgão vinculado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente que monitora os recursos e serviços hídricos do estado.

Em entrevista à Gazeta do Povo, Scroccaro afirmou que a próxima temporada será com trapiches provisórios na Ilha do Mel e que a solução que moradores e turistas tanto esperam há praticamente cinco anos é a reforma anunciada em maio pela Associação dos Portos do Paraná (Appa) — a qual ainda não tem data para acontecer.

Escada de concreto que desabou e quebrou a perna de uma turista na Ilha do Mel no início do mês
Escada de concreto que desabou e quebrou a perna de uma turista na Ilha do Mel no início do mês| Carolina Cerolini / Colaboração

Por que os trapiches chegaram às condições que estão hoje?
Esses trapiches são antigos e já foram reformados. No ano passado, foi feito um TAC [Termo de Ajustamento de Conduta] em que o Porto [Associação dos Portos do Paraná] ficou responsável, como compensação ambiental, por construir os trapiches. Os projetos estão prontos para serem licitados. Cientes disso, nós não investimos em trapiche novo lá porque vai gastar um recurso muito substancial tendo em vista que o Porto está fazendo a licitação. E esses trapiches que eles vão fazer são top de linha. Então, não teria nexo nós gastarmos muito dinheiro para reformar o trapiche temporariamente. Não que a gente queria que as coisas chegassem aonde chegaram. Nós nem imaginávamos que poderiam chegar aonde chegaram. Infelizmente, a escada... Mas em nenhum minuto tanto os turistas como os moradores ficaram sem ter acesso à ilha. Embora não era o ideal, é uma solução precária que a gente deu e temos consciência disso, é uma solução que estava ali enquanto viria a construção dos novos trapiches.

Mas a Appa confirmou este ano que iria reformar os trapiches e as reclamações dos turistas e moradores são antigas. Por que essa demora?
Aí você esta pedindo para eu responder coisa que não era da minha época. Mas a grande verdade é que há um ano e meio atrás o trapiche de Brasília ganhou uma reforma.

Que não funcionou muito...
Que não funcionou muito. Não estou te tirando a razão. Mas não funcionou porque veio uma ressaca que deu problema. Inclusive, teve problemas seríssimos na própria Ilha do Mel, retirando areia e criando um problema seríssimo para o flutuante. Se você olhar o que os comerciantes descarregavam de material lá em cima era um absurdo. E o trapiche não era para carga, era para pedestre. Agora a gente tomou a inciativa de trazer um flutuante muito mais resistente para dar garantia agora enquanto se constrói um novo.

Mas por que só agora essa garantia?
Você acha que é fácil de encontrar trapiche aqui? Para você ter uma ideia que esse trapiche que vamos colocar agora de emergência vem do Rio de Janeiro. Nós não temos trapiche aqui disponível para colocar lá a não ser de pequeno porte.

Então o trapiche colocado na praia de Brasília também era do Rio de Janeiro?
Não. Era daqui. Veio de Guaíra, se não me engano.

Eu entendo que existe todo esse problema de logística, mas o senhor reconhece que as reclamações dos moradores fazem sentido?
Eu não estou dizendo que eles não têm razão, mas em nenhum momento eles ficaram sem ter acesso. A gente lida com recurso público. Para você poder fazer as coisas ou tem que ter uma justificativa muito forte ou você vai responder pelo gasto que você faz. Se você correr o bicho pega e se ficar o bicho come (risos). Nós queremos resolver em definitivo a Ilha do Mel. Mas para resolver em definitivo, tem que vir o trapiche do Porto.

Como sempre tem a questão de maré, turistas, moradores carregando coisa, o senhor não acha que a reforma deveria ter sido antes?
Mas foi feita uma reforma em Brasília. Em Encantadas também. Foi colocada uma escada metálica, de alumínio lá.

Essa escada metálica foi colocada porque substituiu uma que caiu...
Substituiu.

Então não é uma reforma. É um reparo, não é?
Eu estou dizendo o que eu sei. Mas agora é novo governo, novos planos.

A escada da qual a turista caiu era temporária?
Era uma escada definitiva. Estava lá, caiu, rompeu em um acidente. Acidentes acontecem. Agora tem mais cinco escadas que estão usando. Na praia de Brasília, a gente colocou um flutuante de 6 metros de largura por 22 metros de comprimento. Colocamos um acesso para chegar com estabilidade enquanto o porto vai fazer essa licitação. Na praia de Encantadas, nós solicitamos o aluguel de um trapiche, flutuante e resistente, que até 1° de outubro deve estar instalado.

Então nesta temporada que começa em breve, a Ilha do Mel terá trapiches temporários?
Sim. Mas eles são seguros.

O senhor não acha que isso atrapalha o turismo?
Mas o turismo lá está bombando. Sinceramente, eu não estou vendo que teve reclamação para nós neste sentido. O que a gente tem que entender é que o ideal não era o que estava funcionando, mas o estado nunca deixou nem os moradores nem os turistas sem acesso à ilha. Sempre anunciavam que caía o trapiche, agora nunca anunciaram que continuava a ter acesso aos moradores e turistas. Sempre teve acesso.  De uma maneira não ideal, mas sempre teve acesso.

Já foi feita uma reforma que não deu certo. O senhor não acha melhor refazer os trapiches do que reconstruir?
Foi feita toda uma avaliação lá. Quando eu digo reformar, é aproveitar o que pode ser aproveitado. Não vão simplesmente chegar lá e dar uma pintura. Tem estrutura que vão ter que demolir e construir nova. O porto contratou engenheiros estruturais para fazer toda essa avaliação.

16 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
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Comentários [ 16 ]

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  • L

    Lucas

    ± 10 dias

    Nosso mísero litoral já é um esculacho, o pouco que nos restou ainda tem esse descaso. Lamentável e uma vergonha!!!

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    • S

      Sr. Walker

      ± 10 dias

      Taí o estado do paraná passando vergonha para o mundo. É prá acabar.

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      • Z

        Zyss

        ± 10 dias

        O litoral do Paraná é um favelão, tudo culpa governo, deixou às traças.

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        • C

          CARLOS FELIX

          ± 10 dias

          Com Rei Quião Mamona Loka, teve início a ocupação desenfreada da ilha do mel. Pousadas de "empresários forasteiros" e "turistas", se locupletam da ilha. Que até os anos 2000, eram acessíveis e tinham preservadas usas condições de matas, praias e dos pescadores que habitavam há décadas , e que exploravam a pesca artesanal e as barcas que faziam o transporte desde Pontal. Drogas, e drogados eram raros. Agora, é lixo e livre comercio. Não havia necessidade de trapiches . Os "empresários forasteiros" se apropriaram da ilha.

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          2 Respostas
          • R

            Rogerio

            ± 10 dias

            Nossa, que viagem! Cassino resort na ilha que só tem acesso por barcos que vem pelo mar aberto? Será que o Sr. Walker poderia nos dizer onde fica? Já dei a volta à ilha várias vezes e nunca vi isso!

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          • S

            Sr. Walker

            ± 10 dias

            Até o deus branco Jaime Lerner liberou construções na ilha. Tem lá um resort que é apenas um cassino. Acesso só por barcos quem vem pelo mar aberto

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        • A

          Afonso Celso Frega Beraldi

          ± 10 dias

          Poder público e corrupção são parceiros. Esse "administrador" deveria pagar de seu bolso o tratamento medico para a turista que quebrou a perna, e além disso ser preso por danos pessoais. Ninguem eh responsabilizado por nada na esfera publica, mesmo quando cometem as maiores atrocidades, como este incompetente.

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          • J

            Jorge Dias

            ± 10 dias

            É o IAP só atrapalha mesmo.

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            • E

              Emerson

              ± 10 dias

              Não me causa estranheza pois o litoral paranaense só é lembrado a cada temporada de verão e carnaval e depois esquecido no tempo e no espaço. E desta vez não é diferente entre fraturados e feridos, tudo como "dantes".

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              • E

                EDUARDO NELSON KREIS

                ± 10 dias

                Imagine se no parque das Cataratas fosse feito gambiarras , não né ? Lá a administração do espaço foi entregue para a iniciativa privada . existem muitos rumores que a ilha também será entregue numa PPP . por isso que estão deixando os problemas se amontoarem ? A desculpa da ressaca é a mesma que foi dada quando caiu a ciclovia no RJ Obras a beira mar sempre estão sujeitas a fúria do mar

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                • R

                  Rogerio

                  ± 10 dias

                  É muito difícil fazer trapiches, engenharia avançada, somos pioneiros globais, não existe em nenhum lugar do mundo. Isso porque os dois trapiches da ilha do mel ficam em locais bem abrigados. Imagino que no resto do mundo, em países de clima inclemente a maior parte do ano, não exista a menor possibilidade de embarcações atracarem em ilhas e praias. Por isso países da Escandinávia, assim como Canadá, Inglaterra etc, não têm nenhuma tradição náutica. Não, péra...

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              • E

                EDUARDO NELSON KREIS

                ± 10 dias

                Só falou asneiras , melhor se tivesse ficado quieto ! Vidas humanas , não são justificativa suficiente para o gasto ? Quantidade absurda de carga ? Como vai abastecer as pousadas e comércio se não descarregar nos trapiches ? Tudo vem do Continente Segundo Ponto turístico mais visitado do estado , justifica trazer trapiche até do Japão se necessário A Appa anunciou a obra em maio , estamos em outubro , praticamente , o que falta para ser feito esta licitação ? O estado tinha a obrigação de disponibiliza r uma aeronave para remoção da turista . Imagine viajar 1.100 km de Pguá até Campo Grande toda engessada por terrra ACIDENTES NÃO ACONTECEM POR ACASO , ELES SE CONSTROEM PASSO A PASSO

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                • M

                  Marlon de Pádua

                  ± 10 dias

                  #salveailhadomel

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                  • R

                    Rogerio

                    ± 10 dias

                    Mas essa entrevista é um monumento, uma apologia à incompetência e à falta de vontade de fazer as coisas certas e com qualidade! Que cara de pau impressionante! O "gestor" basicamente está dizendo "fizemos um trabalho meia-boca, um puxadinho, uma gambiarra, mas o pessoal usa mesmo assim, né?" Ora, senhor "gestor", nunca deixou de funcionar por absoluta falta de opção de quem precisa embarcar e desembarcar na ilha! Esse pessoal tinha que ser responsabilizado criminalmente!

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                    • R

                      Rariana Castanho

                      ± 10 dias

                      Não é de hoje que a Ilha do Mel está abandonada e não me refiro somente aos trapiches. A estrutura é precária, a rooteza passa dos limites há tempos.

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                      • M

                        Marcos eisenschlag

                        ± 10 dias

                        "nos nao imaginavamos que as coisas poderiam chegar aonde chegaram",,,eu tambem nao, sr. Scroccaro do IAP, mas talvez depois de QUATRO VEZES que um dos trapiches CEDEU (apesar de ser "novo", ao custo de mais de 300 MILHOES!!!!????) eu teria uma boa ideia de que a coisa nao iria melhorar de forma espontanea. Afinal e' isso que ensinam aos engenheiros?? Deixar tudo cair, e aguardar pessoas ficarem invalidas e potencialmente ate uma morte porque "estao aguardando a licitacao"????? VERGONHA !!!!!! EM UM DOS PONTOS TURISTICOS MAIS IMPORTANTES DO LITORAL ESSE TOTAL DESCASO!!!!!!

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