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O incidente  bloqueou a Rua Coronel Romão Rodrigues de Oliveira Branco, na esquina com a Doutor João Espíndola | Aniele Nascimento/Gazeta do Povo
O incidente bloqueou a Rua Coronel Romão Rodrigues de Oliveira Branco, na esquina com a Doutor João Espíndola| Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo

O rompimento de uma tubulação da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) assustou moradores do bairro Jardim Social, em Curitiba. O vazamento foi por volta das 10h desta terça-feira (20), quando o asfalto cedeu e a água começou a jorrar com força, invadindo o quintal das residências e bloqueando a Rua Coronel Romão Rodrigues de Oliveira Branco, na esquina com a Doutor João Espíndola.

O morador Alfredo Roberto Cassapula, de 47 anos, se preparava para sair de casa no momento em que percebeu a água escorrendo. “A água começou a entrar no nosso jardim e eu vi jorrando forte para o alto em um buraco que abriu na rua”, relatou.

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O agente Marcelo Pucci, da Superintendência Municipal de Trânsito (Setran) passava pela região no momento do rompimento e sinalizou o local, bloqueando totalmente a Rua Coronel Romão Rodrigues de Oliveira Branco no trecho entre a Doutor João Espíndola e a Rua João Vitola. A linha de ônibus Augusto Stresser precisou ser desviada e perdeu três pontos de parada.

No momento do rompimento, o asfalto cedeu e a água começou a jorrar com força no localMarcelo Pucci/Colaboração

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Uma equipe da Sanepar iniciou o conserto por volta das 11h. O abastecimento de água foi cortado nos imóveis da região e a previsão é de que a situação seja normalizada até o fim da tarde.

“Vamos retirar todo o asfalto, abrir a tubulação e descobrir o que causou o rompimento. Esse trabalho deve levar aproximadamente seis horas”, informou o técnico João Lara, responsável pelo trabalho no local.

Segundo susto

Esta não é a primeira vez que a tubulação rompe no local. De acordo com o médico Sacha Gulin Crivellaro, proprietário de uma clínica próximo à tubulação rompida, a mesma situação ocorreu em 2014, quando a água também invadiu a parte interna do consultório. “Naquela ocasião, a água passou de 30 centímetros de altura no nosso estacionamento e chegou a 10 centímetros na parte interna, inclusive nas salas”, disse.

Segundo ele, o prejuízo chegou a R$ 18 mil e foi necessário trocar o piso e os armários. “Além disso, fizemos um buraco no muro e colocamos canos, que ajudaram a escoar a água dessa vez”, relata.

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