i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
BOLSA

Ações da OGX acumulam queda de 60% este ano

Apenas nesta semana, o recuo chegou a 25,97%. No ano, a queda já ultrapassa os 60%

  • PorAgência Estado
  • 06/04/2013 10:33

O ceticismo dos investidores em relação ao futuro da petroleira de Eike Batista, a OGX, cresce a cada dia. Na sexta-feira (5), as ações da companhia atingiram novo piso histórico, cotadas a R$ 1,71, um tombo de 13,64% na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa). Apenas nesta semana, o recuo chegou a 25,97%. No ano, a queda já ultrapassa os 60%.

A preocupação dos investidores se traduziu em uma maior volatilidade dos papéis. O movimento foi tão forte que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) chegou a questionar a empresa. Em comunicado, a petroleira admitiu que mantém permanente contato com investidores em busca de oportunidade de negócios. Mas negou a existência de qualquer negócio "consumado que deva ser comunicado ao mercado".

Atualmente, o grande temor dos investidores é que a petroleira anuncie uma nova queda de produção em março e o desligamento do seu terceiro poço no Campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos. A atual crise de credibilidade que envolve as empresas do grupo X foi motivada pela divulgação, em junho do ano passado, de estimativas de produção bem abaixo das expectativas do mercado financeiro.

A situação piorou esta semana com o rebaixamento, pela Standard & Poor’s, da classificação de risco da companhia. Já a Fitch deu um voto de confiança para a empresa. Segundo a analista Ana Paula Ares, da Fitch, a OGX não enfrenta um choque de liquidez, apesar da queda livre das ações.

"A evolução dos volumes de produção neste ano e no próximo vai determinar a situação de longo prazo da empresa", comentou Ana Paula. Segundo ela, a Fitch não antecipa nenhuma mudança no rating da companhia no momento, mas, não hesitaria em agir se algum novo evento exigir alterações.

Para a analista, a OGX não está no meio de um evento catastrófico. "Um rating B não é a nota de uma empresa perto do default (calote). A OGX não tem nenhum vencimento de dívida agora, então isso dá à empresa certo espaço para manobrar e aumentar a produção de petróleo", explica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.