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(Ainda) longe da marmoraria

  • PorMarisa Boroni Valério com equipe de Economia
  • 18/10/2008 22:00
 | Jonathan Campos/Gazeta do Povo
| Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

A crise internacional ainda não chegou ao setor de extração e beneficiamento de rochas ornamentais. Mas há sinais de que, em função da esperada perda de ritmo da construção civil brasileira, a demanda por mármores e granitos possa perder um pouco da velocidade. A esperança do diretor comercial da Stone Gallery, Peterson Reksiedler (foto), é que pelo menos no segmento de exportação as vendas mantenham a boa alta dos últimos tempos.

Com pouco menos de dois anos de existência, a Stone Gallery pertence ao Grupo Paraná Granitos, que tem fábrica em Colombo (região metropolitana de Curitiba) e exporta cerca de 40% de seus produtos – as rochas enviadas ao exterior são destinadas a um público de alto poder aquisitivo. Que, espera Reksiedler, não seja tão afetado pelas turbulências. O executivo conversou com o repórter Fernando Jasper poucos dias depois de apresentar os lançamentos da Stone Gallery na Marmomac, a maior feira internacional de design e tecnologia de pedras, em Veneza.

Por que a Paraná Granitos decidiu abrir uma nova marca, a Stone Gallery?

O foco da Stone Gallery está no consumidor final, na construção de residências. A idéia é que ele venha ao show room com seu arquiteto e escolha aqui mesmo os materiais que vai usar na construção. Além disso, a marca privilegia materiais mais nobres, a maioria importados e alguns deles extraídos aqui no Paraná. Um deles é o mármore bege Crema P araná, que foi um dos produtos que apresentamos em Veneza.

A empresa já sentiu algum efeito da crise?

Até o momento, não, nem no mercado interno, nem nas exportações. Mas é possível que, no Brasil, a construção de alguns edifícios possa ser adiada um pouco. A nossa sorte pode estar no fato de que os materiais que exportamos têm valor agregado mais alto e não se inserem na construção civil massiva, que pode ser a mais afetada.

Vocês pretendem revisar as projeções de crescimento?

Para 2008, não. Nos sete primeiros meses, crescemos 35%, e projetamos que, no acumulado do ano, a alta das receitas chegue a 40%. Mas ainda não temos projeções fechadas para o próximo ano.

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