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Política fiscal

Alteração da meta fiscal sairá até o fim desta semana; Levy evita comentários

Ministro da Fazenda afirma que ‘confiança na dívida é o 1.º passo para o crescimento’

    • Agência O Globo e Estadão Web Conteúdo
    • 19/10/2015 19:15
    O chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, afirmou que governo apresentará a meta revisada ainda neste semana. | Valter/ Campanato/ Agência Brasil/Fotos Públicas
    O chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, afirmou que governo apresentará a meta revisada ainda neste semana.| Foto: Valter/ Campanato/ Agência Brasil/Fotos Públicas

    À saída de uma reunião com o vice-presidente, Michel Temer, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não quis antecipar as manobras do governo em relação à meta fiscal.

    Nesta segunda, 19, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, afirmou que, até o fim desta semana o Executivo tomará uma decisão sobre as medidas que precisarão ser tomadas para cumprir a meta.

    Segundo Levy, o governo está “preparando muitas coisas boas” e é preciso analisar o impacto que as medidas terão sobre a própria dívida.

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    “Nós temos que olhar as perspectivas fiscais dentro de um objetivo de sustentabilidade. E a gente tem que entender todas as repercussões do que está acontecendo este ano e do esforço que a gente vai ter que fazer ano que vem” disse o ministro da Fazenda.

    Sem mais detalhes

    Por outro lado, Wagner não mencionou se o governo irá rever o resultado para 2015 ou se irá elevar os abatimentos previstos.

    “Vai ter que sair uma mensagem nesse sentido”, disse ao ser questionado sobre a decisão que o governo tomará. Junto com os ministros Levy e Nelson Barbosa, do Planejamento, Wagner faz parte da junta orçamentária.

    Após se reunir com Temer, presidente em exercício, o dirigente da Casa Civil afirmou que o objetivo maior neste momento é “fazer a pauta da economia andar”.

    Segundo ele, entre as prioridades está a aprovação da Desvinculação de Receitas da União (DRU), mesmo que valendo até 2016, e a nomeação de um relator para o projeto que recria a CPMF.

    “Nossa pauta é a economia, a gente precisa andar com ela”, afirmou o ministro.

    Pressões políticas

    Em meio à pressão sobre o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Wagner ressaltou que o Congresso e o Judiciário estão fazendo sua parte, mas reconheceu que os imbróglios políticos “criam um clima”.

    Ele frisou, no entanto, que ambiente político é calmo. “Esta não é uma questão de governo”, ressaltou.

    Ainda segundo o chefe da Casa Civil, durante a reunião com Temer foram discutidas as sanções que deverão ser feitas esta semana por ele, já que a presidente Dilma Rousseff está em viagem oficial à Finlândia.

    Na semana passada, a Agência Estado antecipou a dificuldade do governo de cumprir a modesta meta para as contas públicas neste ano.

    Para mudar a meta ou rever o abatimento, o governo precisará mexer no projeto de lei enviado ao Congresso, que prevê a redução da meta para 0,15% do PIB. O texto está parado na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso.

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